Débito, crédito ou cripto? A evolução nas formas de pagamento no e-commerce veio para ficar

Em 2021, o pagamento médio com criptomoedas no Brasil foi de R$ 450 por transação
Se há algum tempo as criptomoedas pareciam algo um pouco distante da realidade da maioria dos brasileiros, isso mudou significativamente, sobretudo desde o ano passado. Hoje, existem mais de 6,5 mil criptomoedas em circulação, e o mercado caminha para tornar as moedas digitais algo como os cartões de crédito e débito, universalizando seu acesso e aceitação.
“As criptomoedas já são uma realidade entre as opções de pagamento no e-commerce, e essa opção está em rápida expansão. Já existem lojas no Brasil que aceitam pagamentos com cripto. O varejista precisa olhar para esse horizonte e compreendê-lo o mais rápido possível, saindo na frente”, explica o CEO da empresa de tecnologia para e-commerce Codeby. Fellipe Guimarães.
O executivo lançou recentemente o livro “Universo do E-commerce”, e reverterá 10% do lucro das vendas para uma instituição de caridade por meio de sua própria criptomoeda: FGT – Fellipe Guimarães. “No livro, eu abordo diversos assuntos e, entre eles, as criptomoedas dentro do contexto do e-commerce, vislumbrando esse ‘futuro’ que, na realidade, já é presente”, aponta.
Vantagens e desvantagens das criptomoedas no e-commerce
E o que o uso das criptomoedas no varejo digital traz como vantagens? E há desvantagens? Fellipe explica. “Vejo como principais vantagens a possibilidade de expansão do número de clientes, a agilidade no pagamento, a redução de custos e taxas e a diminuição de fraudes. Como tudo tem dois lados, acredito que as principais desvantagens sejam a dificuldade inicial na implementação deste meio e também a volatilidade do valor das moedas”.
Mesmo frente às desvantagens, mas considerando as vantagens, é crucial buscar mais informações sobre a expansão das criptomoedas e como elas podem trazer diferenciais para o lojista. “Assim como hoje o QR Code faz naturalmente parte dos processos de pagamento – e isso era praticamente impensável há poucos anos – as moedas virtuais também vêm para ficar”, finaliza Guimarães.








