Anywhere office: 4 dicas para incorporar o modelo de trabalho

Anywhere office: 4 dicas para incorporar o modelo de trabalho

Um modelo de trabalho antes considerado tendência, hoje se torna realidade. De acordo com a pesquisa mais recente do Instituto Gallup, 37% das pessoas entrevistadas já trabalham remotamente e esta porcentagem quadruplicou desde 1995. Diferente do que muitos pensam, o trabalho remoto não é a mesma coisa que “home office” – termo popularmente conhecido no Brasil. No teletrabalho ou anywhere office, os colaboradores encontram a liberdade de trabalhar de qualquer lugar e não necessariamente em casa.

De acordo com um relatório feito pela International Workplace Group (IWG), várias empresas já possuem uma política de trabalho flexível implementada. No Brasil, por exemplo, esse número chega a 67%, o que é um pouco menos que os EUA (69%), mas maior que França e Espanha, com 60% e 61%.

Pensando nisso, Cristiano Soares, country manager no Brasil da Deel, startup líder global em gestão de contratos e pagamentos internacionais, reúne as principais recomendações para que o modelo seja aplicado de maneira eficaz nas empresas

1. Macrogestão é a chave

O maior princípio da macrogestão é delegar as tarefas e permitir que sejam feitas sem o controle excessivo dos líderes. Este é um pilar fundamental para garantir a autonomia da equipe e reforçar o desenvolvimento do time. “É mais vantajoso focar e medir a performance dos colaboradores a partir do entregáveis e não pela quantidade de horas que eles estão on-line ou respondendo mensagens”, afirma Cristiano Soares, country manager da Deel.

2. Revise os benefícios

A partir do momento que o modelo de trabalho provoca uma mudança estrutural na empresa, é preciso entender e avaliar quais benefícios fazem sentido para a equipe. Materiais adequados, boa conexão e saúde mental são apenas alguns exemplos. “Ouça seus colaboradores e chegue à uma conclusão mais assertiva”, pontua o gestor.

3. Economia compartilhada

Apostar em soluções relacionadas à economia compartilhada pode ser uma alternativa válida nesse caso. Parcerias com empresas como Airbnb, Uber e até companhias aéreas se tornam um divisor de águas para os colaboradores que não possuem uma base fixa de trabalho. “Esse tipo de iniciativa, além de inovadora, pode auxiliar no processo de atração e retenção de talentos”, afirma Soares.

4. Transparência

É fundamental manter todos do time alinhados com relação ao que acontece na empresa e às demandas em andamento. Em um cenário em que o fuso horário e outras atividades podem impactar na comunicação, é importante que a equipe tenha acesso às ferramentas e dados necessários para que as entregas sejam realizadas. “Evitar concentrar informações apenas nos líderes e gerentes é uma boa estratégia”, finaliza Cristiano.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *