Empresas que investem em integridade oferecem ambientes de trabalho mais saudáveis

Empresas que investem em integridade oferecem ambientes de trabalho mais saudáveis

Wagner Giovanini e Marcelo Borowski Gomes, Sócio diretor e CEO da Compliance Station

Diferente do passado, empreendimentos de todos os tamanhos e segmentos estão se deparando com uma necessidade global: quem não demonstra integridade perde espaço no mercado, além de correr o risco de fechar as portas em função de prejuízos gerados por irregularidades ou desgastes na imagem e reputação.

Segundo o Conselho de Emprego e Relações do Trabalho, o Brasil lidera o ranking de processos trabalhistas, com cerca de 2 milhões de casos por ano. Para quem lida com Compliance, os números não são uma surpresa: muitas dessas ações acontecem por desrespeito às leis e a primeira consequência é a perda financeira, que pode ser fatal para empresas menores.

Programas de Integridade: uma nova cultura nas empresas

Além de prevenir as empresas de custos indesejáveis, os Programas de Integridade protegem a imagem da marca ao resolverem situações que poderiam se tornar problemas irreversíveis. E, segundo o especialista Wagner Giovanini, um efeito positivo incontestável é justamente no ambiente interno: maior produtividade.

A lógica é simples: funcionário feliz é sinônimo de resultados. Isso porque, ao conscientizar os profissionais sobre o significado de uma conduta ética, o comportamento geral da empresa se modifica, inibindo casos que provavelmente iriam parar na Justiça, como assédio, abusos, bullying, discriminação… “Essa é a receita para o estabelecimento de um ambiente saudável e de pessoas satisfeitas, culminando com ganhos de produtividade”, garante Giovanini.

Valorização das pessoas é o caminho para a integridade

É preciso conversa, sensibilização e esclarecimento de dúvidas. É necessário, inclusive, manter a porta aberta para o diálogo: os colaboradores precisam estar à vontade para interagir, perguntar e sugerir. E, mais que isso: merecem se sentir seguros.

Aliás, se o medo de se expressar for uma das barreiras entre os funcionários e a empresa, já encontramos um grande problema a ser resolvido pelo Programa de Integridade. Afinal, o silêncio sustenta as relações abusivas. Nesse caso, há trabalho pela frente e ele começa com uma pergunta: por que os profissionais têm receio de falar?

Esse e outros questionamentos mapeiam as ameaças em uma instituição, e cada organização carrega suas particularidades, mas todas têm algo em comum: riscos a serem evitados.

“Por isso, cresce o interesse por Programas de Integridade verdadeiros”, destaca Giovanini. “Eles são feitos para as pessoas e deles resultam todos os benefícios comprovados na prática: melhoria do ambiente de trabalho, redução de custos e riscos em geral, fortalecimento da imagem, reputação e marca e, por consequência, vantagem competitiva”, completa o sócio-diretor da Compliance Station.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 52 anos na área de jornalismo, sendo 50 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Há 25 anos é professora titular do curso de Jornalismo da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 19 anos de blog, mais de 50 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 21 prêmios, com destaque para Embrapa Floresta (Menção Honrosa em 2025); VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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