Bridge sobrevive ao tempo e atrai novos jogadores por desenvolver estratégia e habilidades nos negócios

Bridge sobrevive ao tempo e atrai novos jogadores por desenvolver estratégia e habilidades nos negócios

Modalidade de cartas para quatro pessoas é a preferida de alguns dos homens mais ricos do mundo

Você já jogou bridge? O jogo de cartas jogado com um baralho convencional é tradição entre várias gerações. Amado por personalidades e grandes magnatas, como Bill Gates, fundador da Microsoft e Warren Buffett, diretor executivo da Berkshire Hathaway, ambos com fortunas superiores a US$ 100 bilhões, o jogo é incentivado como uma ferramenta importante para treinar a estratégia e habilidades nos negócios. Mas, como um simples jogo pode fazer a diferença nesses aspectos?

Famosa por incentivar a cultura do baralho no Brasil, a Copag é pioneira na fabricação 100% nacional das cartas e mantém a tradição, mesmo com mais de 114 anos de história. A empresa fez parte, ainda, da popularização do jogo no país.

“O bridge é tradição que passa de pai para filho. Os quase 500 anos de história mundo afora mostram que é algo permanente. Por isso, o vemos não apenas como uma modalidade de jogos de baralho, mas como a manutenção da história. A criação de estratégias que o jogo exige é uma excelente ferramenta para treinar e desenvolver habilidades desde criança. Hoje, algumas das mentes mais brilhantes e empresários mais bem sucedidos têm um histórico ou alguma vivência com o jogo, o que nos motiva a apostar cada vez mais no incentivo a novos adeptos, mesmo na era da tecnologia”, explica Mariana Dall’Acqua, VP de Marketing da Copag.

Jogo dos bilionários

Mas, afinal, o que é o bridge, conhecido como “o jogo dos bilionários”? Feito para jogar em quatro pessoas, divididas em dois pares, cada mão de bridge inicia com 13 cartas. Após todas as cartas serem distribuídas, quem as distribuiu começa um leilão, que marca o início da partida. O jogador que deu as cartas escolhe um naipe. Então, cada um deve jogar uma carta desse naipe, começando pela mais alta. Depois dos descartes, quem jogou a mais alta recolhe todas da mesa, e assim por diante, até algum dos jogadores ficar sem cartas. Vence a primeira equipe a fazer 100 ou mais pontos.

A história de bridge atravessa séculos. Os primeiros sinais da modalidade datam de 1529, na Inglaterra. Desde então, conquista o mundo. Hoje, existem campeonatos profissionais por todo o planeta, inclusive um torneio mundial. No Brasil, o próximo campeonato nacional está marcado para outubro.

Por aqui, o bridge surge após a Primeira Guerra Mundial, em 1919, em São Paulo, pelas mãos de imigrantes italianos. Em 1931, aconteceu o primeiro torneio de Bridge da cidade. Desde então, a modalidade cresceu e passou por várias gerações. A tradição do país com o jogo já motivou até mesmo uma edição do torneio mundial, em 2009. “Continuar a escrever a história do bridge no Brasil é uma das nossas missões. Acreditamos na força e na tradição dos jogos em cards e convidamos os mais jovens a viver com a gente essa incrível cultura”, conclui Andrea Junqueira, presidente da Associação Paulistana de Brigde.

Copag nos 5 continentes

A expertise da Copag com baralho ultrapassa os 100 anos de existência, e competência, arrojo e tecnologia, bem como a preocupação com o elemento humano, sempre foram nosso maior bem. Modernidade, inovação e criatividade fizeram da Copag um destaque mundial. É por isso que em 2005 a empresa foi incorporada ao grupo internacional Cartamundi e hoje tem seus baralhos distribuídos nos cinco continentes do mundo.

Voltada à preocupação com as pessoas, a Copag desenvolve projetos junto ao seu comitê de Diversidade, o qual busca proporcionar ambientes que promovam a pluralidade cultural e social.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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