TCP bate dois recordes de produtividade em um mesmo navio

TCP bate dois recordes de produtividade em um mesmo navio
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Terminal utilizou 7 guindastes na mesma embarcação e contou com o apoio de 200 colaboradores

Nesta quinta-feira (20), a TCP registrou recorde de 202 movimentos por hora (MPH) em um mesmo navio. O número supera os 187 MPH registrados em 2017 pela empresa. Utilizando 7 portêineres (STS), que são os guindastes para a movimentação de contêineres em embarcações, a ação começou às 8h da manhã e durou quase 12h. Ao todo, foram movimentados 4.327 TEUs (medida para contêineres de 20 pés) com 2.366 movimentos no navio Cap San Maleas.

Outro recorde foi com o armador: foram 158 PMPH (produtividade de berço), ou seja, movimentações desde o momento em que o navio atracou até o instante de saída. Este número foi o maior registrado na costa leste da América do Sul até o momento este ano. De acordo com a Maersk, o último recorde aconteceu em janeiro de 2022, com 152 PMPH em outro terminal portuário.

“Estes recordes mostram a grande produtividade da TCP e reforça o objetivo de transformar o terminal em um operador de classe mundial. A TCP continua aumentando a capacidade de movimentação, investindo em pessoas e equipamentos de última geração”, enfatiza Felipe de França, gerente de planejamento de operações da empresa.

Em 2022, a empresa anunciou 370 milhões de reais em investimentos no terminal, que serão aplicados até 2023. Este ano, a empresa já assinou a compra de 11 novos RTGs e nos próximos meses começará as obras de ampliação do Gate (portões de entrada e saída de veículos).

Em 2021, o terminal registrou uma movimentação recorde de 1,1 milhão de TEUs. Em julho deste ano foi alcançado o recorde mensal: foram movimentados 111.862 TEUs, ou seja, 3.227 a mais do que em maio de 2022.

Alta Produtividade 

Para conduzir os STS, que içam cargas a 50 metros de altura e movimentam até 65 toneladas, foi necessário um trabalho em conjunto envolvendo cerca de 200 colaboradores. Entre eles, estava a equipe de planejamento e execução do Centro de Controle de Operações (CCO) da TCP, que gerenciou os sete ternos que abasteceram o navio.

Cada terno inclui operadores de portêineres, conferentes de carga, estivadores, auxiliares de movimentação e operadores de terminal tractors (carreta responsável por fazer a movimentação entre o cais e o pátio). Além disso, os times de vessel planner e yard planner são os responsáveis pelo planejamento dos contêineres e o time de dispatchers contribui para a execução de toda a cadeia logística no terminal, com o auxílio das lideranças de operações.

Também estão presentes os operadores de RTGs (sigla para Rubber Tyred Gantry Crane, ou guindaste pórtico sobre pneu) e os operadores de empilhadeiras de pequeno e grande porte. Todos focados em um grande navio: o Cap San Maleas, que conta com 333 metros de comprimento e 48 metros de largura.

Cap San Maleas

Do armador Maersk, o navio Cap San Maleas foi construído em 2014 e tem capacidade de carga de 10.589 TEUs. Carregado de diversos produtos; entre eles peças automotivas, químicos e embalagens; a embarcação partiu de Rotterdã, na Holanda, e seguiu para Buenos Aires, capital da Argentina, na quinta-feira (20).

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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