Alegra comemora sete anos de atividades com planos de crescimento

Alegra comemora sete anos de atividades com planos de crescimento

Um dos objetivos da cooperativa é ampliar, em até cinco anos, o abate de suínos para 7 mil cabeças por dia

A Alegra Foods completa sete anos de existência em 2022 com metas para continuar em crescimento no mercado. Para os próximos anos, o foco da cooperativa é ampliar seus processos de industrialização e o abate de suínos, refletindo positivamente na geração de emprego e renda na região dos Campos Gerais, no Paraná.

Atualmente, a Alegra emprega 1,6 mil pessoas, abate 3,5 mil suínos por dia e exporta seus produtos para 32 países, resultando em faturamento anual de R$ 1,2 bilhão. Agora, a cooperativa tem como objetivo chegar a 3,9 mil suínos abatidos diariamente até o fim de 2023 e ampliar esse número para 7 mil em até cinco anos.

“Hoje, a Alegra tem o controle do grão e da semente para a alimentação dos animais e rastreabilidade em todos os produtos, além de não precisarmos comprar suínos de outros produtores. Quem consegue isso acaba saindo na frente. A Alegra aposta no Brasil. Estamos no lugar certo e levamos nosso trabalho muito a sério”, analisa Matthias Rainer Tigges, superintendente da Alegra.

Atualmente, a carne suína é a terceira mais consumida no Brasil, atrás do frango e da carne bovina, mas vem registrando alta nos últimos anos. Segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o consumo anual no país saltou de 14,1 kg/habitante em 2010 para 16,7 kg/habitante em 2021.

“O grande consumo do brasileiro acaba sendo de embutidos. Então, sim, temos uma janela de oportunidade porque a carne suína é saudável e é muito prática no preparo. A Alegra tem toda uma linha de marinados e de cortes in natura que se mostraram, em especial na pandemia, muito procurados. Percebemos, inclusive, o suíno cada vez mais presente no churrasco”, acrescenta Tigges.

Boas práticas ESG

Para crescer, a Alegra também se guia por políticas internas pautadas nos princípios ESG (Ambiente, Social e Governança, em português). A cooperativa tem no desenvolvimento sustentável um Norte e, com isso, vem conquistando reconhecimento como empresa parceira do meio ambiente.

Exemplos são as certificações IFS Foods, relacionada à qualidade e segurança na produção de alimentos; o selo WQS (World Quality Services), baseado na norma de bem-estar animal descrita pela NAMI (North American Meat Institute); e a Declaração Ambiental de Produto (ou EPD, do inglês, Environmental Product Declaration), que reconhece cuidados com a sustentabilidade.

“Levamos a questão ambiental muito a sério. Temos um biodigestor instalado e reciclamos nossa água, que retorna mais limpa do que quando chega na fábrica. Buscamos ser sempre muito transparentes e estar na vanguarda para continuar evoluindo nesse sentido, olhando para os nossos cooperados e novas gerações”, finaliza o superintendente da Alegra.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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