Marketplaces enfrentam desafio tecnológico no pós pandemia

Marketplaces enfrentam desafio tecnológico no pós pandemia

Crescimento de 10%, estimado pela ABComm, depende de infraestrutura tecnológica robusta

O crescimento das compras online tem atraído todo tipo de negócio e exigido cada vez mais serviços de pagamento robustos dos marketplaces e e-commerces. Segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), em 2022, as vendas por meios digitais aumentaram 5% em relação a 2021 e a previsão é que este crescimento chegue a 10% em 2023, com o volume de negócios alcançando R$ 186 bilhões. Ainda segundo estimativas da associação, os canais de e-commerce no país têm potencial para faturar R$ 273 bilhões até 2027.

Já uma pesquisa da All In em parceria com a Opinion Box mostra que 88% dos consumidores consolidaram o hábito de fazer compras online e 72% deles utilizam as redes sociais para pesquisar produtos. Até o setor agro, responsável por um terço do PIB do Brasil, já utiliza marketplaces, onde estão produtos como tratores, plantadeiras, pulverizadores, plataformas e até colheitadeiras de grãos e colhedoras de cana e de café.

“O aumento da concorrência exige que a jornada do cliente funcione perfeitamente ou ele procura outra opção. Marketplaces precisam oferecer PIX e demais meios de pagamento com a mesma qualidade do serviço oferecido pelo arranjo dos cartões de crédito e débito, por exemplo. Para isso, é preciso uma infraestrutura tecnológica escalável e flexível”, alerta Herbert Moller, diretor de expansão do FitBank, infratech que oferece serviços financeiros para lojas virtuais e e-commerces.

Ao oferecer o PIX e demais meios de pagamento com a mesma qualidade do arranjo do cartão, o marketplace consegue superar um de seus principais desafios, que é a fidelização do cliente, que busca cada vez mais qualidade e rapidez no seu atendimento.

Disponibilizar crédito, principalmente neste momento de juros altos, também é desafiador para o e-commerce. Mas uma ferramenta tecnológica com soluções inovadoras é capaz de encontrar opções de buy now pay later para o cliente final e até disponibilizar financiamentos para sellers que precisam aumentar seu capital.

Outro desafio superado com tecnologia flexível e escalável é o relacionamento com os sellers, ou seja, a conexão com as empresas que precisam receber pelas suas vendas. Para sellers, a gestão das transações precisa agregar cada vez mais inteligência para ser eficiente, mas também precisa ser fácil e simples, em especial nos splits de pagamento.

Conseguimos segregar os saldos dentro de uma única conta, armazenando também os dados de contexto de cada transação. Chamamos isso de transações com DNA. Viabilizamos a capacidade de implementar regras de negócio tanto para a entrada quanto para a saída do dinheiro”, diz Otávio Farah, CEO e sócio-fundador do FitBank.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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