Compras com Pix: 5 dicas de como economizar e fugir de golpes nas datas comemorativas

Compras com Pix: 5 dicas de como economizar e fugir de golpes nas datas comemorativas

Com mais de 70% das transações em algumas faixas de valor, ferramenta exige atenção redobrada em meio ao aumento de fraudes em ações promocionais

O Pix revolucionou a forma como os brasileiros compram e pagam. Em poucos segundos, sem taxas ou burocracia, é possível concluir uma transação,  o que fez do sistema uma das principais formas de pagamento em datas comemorativas como Dia dos Pais, Dia das Crianças, Black Friday e Natal. Segundo o Banco Central, o Pix já representa mais de 70% das transações realizadas no país em determinadas faixas de valor.

Além da praticidade, o Pix se tornou uma opção vantajosa também para os lojistas,  o recebimento instantâneo melhora o fluxo de caixa, elimina taxas de intermediários como maquininhas e operadoras de cartão, e ainda permite oferecer descontos exclusivos para quem opta pelo pagamento direto. “O Pix traz eficiência e economia para os dois lados da operação, e, por isso, tem se consolidado como peça-chave no varejo físico e digital”, explica Leandro Fiuza, CEO da SaqPay, plataforma de soluções em meios de pagamento.

Mas, em um cenário de consumo aquecido, o alerta é claro, a mesma agilidade que favorece o pagamento também abre brechas para golpes. Promoções falsas, sites clonados e QR Codes adulterados são algumas das estratégias mais comuns utilizadas por criminosos digitais, especialmente em campanhas que movimentam grande volume de vendas.

Para orientar os consumidores e evitar prejuízos, Fiuza elenca cinco cuidados essenciais ao usar o Pix nas compras:

1. Desconfie de ofertas boas demais

Promoções muito vantajosas costumam ser armadilhas. “Se parecer bom demais para ser verdade, provavelmente é golpe”, alerta o especialista. Sempre verifique se o site ou perfil é oficial e procure avaliações de outros clientes.

2. Confirme os dados antes de transferir

“Antes de concluir o pagamento, confira se o nome, CPF ou CNPJ do recebedor correspondem à empresa anunciada. Transações legítimas exibem essas informações de forma clara”, orienta.

3. Cautela com vendas via redes sociais

“Evite comprar de perfis que não oferecem canais oficiais de atendimento, CNPJ ou site. Exija nota fiscal e desconfie de vendedores que pedem Pix imediato como única forma de pagamento”, aconselha Fiuza.

4. Prefira plataformas seguras

Dar prioridade a sites com sistemas antifraude e histórico comprovado de atuação ajuda a reduzir riscos. “Empresas sérias emitem Pix com rastreabilidade e segurança, o que já é um freio para golpistas”, afirma Fiuza.

5. Aproveite os descontos, mas com consciência

“Pagamentos via Pix costumam ser mais baratos, já que não envolvem taxas de cartão ou parcelamento. Mas a economia só vale se houver segurança na operação”, alerta.

Pix: inteligência financeira na palma da mão

Para o especialista, o uso consciente do Pix pode ser um grande aliado do bolso,  e da tranquilidade, em épocas de consumo intenso. Mais do que uma ferramenta de pagamento, ele se consolida como um recurso estratégico para quem quer comprar com mais inteligência e vender com mais autonomia.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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