86% das empresas brasileiras usam nuvem, impulsionando o novo ponto eletrônico

86% das empresas brasileiras usam nuvem, impulsionando o novo ponto eletrônico
Hand of businessman texting with friends or coworkers

Ferramentas modernas transformam a gestão de pessoas e o controle de jornada de trabalho no Brasil

A adoção da computação em nuvem atingiu 86% das empresas brasileiras, pavimentando o caminho para uma nova era na gestão de jornada de trabalho com a popularização do Registro Eletrônico de Ponto Alternativo (REP-A). O levantamento recente da Locaweb, com empreendedores e líderes de várias áreas, analisou como as empresas utilizam a nuvem no dia a dia.

Essa modernização, alinhada às recentes Portarias do Ministério do Trabalho e Previdência (MTP), notadamente o REP-A, que regulamenta o ponto digital autenticado em nuvem, promete não apenas mais segurança de dados e facilidade na fiscalização, mas, principalmente, uma transparência nas relações entre colaborador e empregador.

Essa transformação foi consolidada pela Portaria MTP n.º 671/2021, que veio para modernizar as regras de controle de ponto e revogar a antiga Portaria 1.510.

Dentre as novidades, a Portaria 671 estabelece três tipos de registradores eletrônicos de ponto:

REP-C: O relógio de ponto físico tradicional, com comprovante impresso, exigido em locais fixos.

REP-A: O sistema alternativo que permite uso de software mediante autorização via acordo ou convenção coletiva.

REP-P: O programa de ponto digital em nuvem, flexível e ideal para a gestão da jornada remota ou híbrida.Aqui estão os pontos positivos de adotar o REP-A, listados de forma clara e direta:

Nesse sentido, um artigo no blog da Sólides, empresa especializada em tecnologia para RH e Departamento Pessoal, aponta as vantagens da adoção do sistema de ponto REP-A. São elas:

Eliminação de Infraestrutura Física e Manutenção

Por ser um sistema totalmente baseado em nuvem, o REP-A dispensa a instalação de relógios de ponto na entrada da empresa, evitando custos e complexidades com manutenção de hardware.

 Flexibilidade e Registro de Jornada em Qualquer Local

Garante mobilidade total, permitindo que colaboradores externos ou remotos marquem o ponto com precisão pelo smartphone, assegurando a correta contabilização de horas trabalhadas e intervalos.

Otimização de Custos Operacionais e Jurídicos

O investimento é significativamente menor do que na aquisição de equipamentos físicos, promovendo também uma economia indireta ao reduzir drasticamente erros de cálculo e potenciais indenizações trabalhistas.

Agilidade no Processo de Fechamento da Folha de Pagamento

Todas as informações de jornada são automaticamente centralizadas no sistema, o que simplifica a geração de relatórios e a transferência de dados para o software de pagamento.

A adoção do trabalho híbrido e das soluções em nuvem impulsionou o uso de sistemas modernos de registro de jornada, como o REP-P e o REP-A. Porém, essa migração exige atenção às normas de compliance. A Portaria 671 determina que o uso do REP-A só é válido quando autorizado em acordo ou convenção coletiva. Essa regra assegura que a tecnologia avance sem comprometer a segurança jurídica. Assim, inovação e transparência caminham juntas na evolução do controle de ponto no Brasil.

Crédito da foto: Freepik

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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