Companhia de Estágios tem expectativa de manutenção do crescimento de vagas em 2026

Empresa registrou crescimento de 9,8% no volume de vagas de estágio em 2025
O mercado de estágio e aprendizagem manteve sua trajetória de crescimento em 2025 e para 2026, mesmo com copa do mundo e eleições, a expectativa é de manutenção dessa expansão. O setor será impulsionado pela aposta das empresas na formação de jovens talentos para suprir a falta de profissionais qualificados do mercado. Ao longo do ano passado, a Companhia de Estágios, líder em recrutamento e seleção de estagiários, trainees e jovens aprendizes, gerenciou quase 4 mil vagas de estágio, um crescimento de 9,8% no volume de vagas em 2025, em relação a 2024.
Isso representa uma evolução na quantidade de vagas oferecidas, porém menos expressiva do que em 2024, quando a empresa registrou um aumento de 23,2%, no comparativo com ano anterior.
Os dados são um indício de que o interesse dos jovens pela modalidade de estágio permanece elevado. Em 2025, foram contabilizados mais de 500 mil inscritos em programas de estágio liderados pela Companhia de Estágios e 50 mil inscritos em programas de aprendizagem, demonstrando a relevância dessas vagas como porta de entrada para o mercado de trabalho.
Entre os setores que mais se destacaram em crescimento no volume de vagas estão Tecnologia e setor Financeiro, absorvendo candidatos de diferentes formações. Já as áreas com maior aumento na demanda foram Comercial, Recursos Humanos e Engenharia. No recorte por formação, os cursos com maior empregabilidade em 2025 foram Administração, Engenharia Civil e Engenharia de Produção.
“As áreas de tecnologia, financeira, contábil e tributária tem muita demanda para 2026. Em tecnologia temos ainda déficit de profissionais e, hoje, todas as áreas do negócio dependem de tecnologia. Já as áreas contábil, financeira e tributária estão a todo vapor por conta da reforma tributária e seus desdobramentos”, afirma Tiago Mavichian, CEO da Companhia de Estágios, que hoje atende mais de 1.000 clientes, no Brasil e América Latina, entre eles, Boeing, Volvo, Pirelli, Clariant, Nissan, Bunge, e Alcoa.







