Atividade econômica do iFood supera o PIB individual de seis estados e gera mais de 1,1 milhão de empregos

Atividade econômica do iFood supera o PIB individual de seis estados e gera mais de 1,1 milhão de empregos

Plataforma movimentou R$ 167 bilhões na economia brasileira em 2025

O iFood comemora 15 anos em 2026 e consolida seu papel como um dos principais motores de crescimento da economia brasileira. Segundo pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), as atividades da empresa contribuíram para movimentar R$ 167 bilhões no país no último ano, um crescimento expressivo de 19% em relação a 2024. O valor movimentado representou 0,70% do PIB nacional e foi maior que o PIB estimado de seis estados, como Rondônia (R$ 88 bilhões), Tocantins (R$ 74 bilhões) e Sergipe (R$ 70 bilhões).

As atividades do iFood também impactaram a geração de renda da população. Em 2025, as atividades da empresa foram responsáveis por criar 1,18 milhão de postos de trabalho diretos e indiretos, o que corresponde a mais de 1% da população ocupada no país — um aumento superior a 10% em comparação ao ano anterior. Esse resultado comprova a importância do delivery para a economia brasileira.

“Os resultados desta pesquisa reforçam o papel do iFood como empresa de tecnologia construída no Brasil e para o Brasil, com impacto direto na economia e na vida de milhões de pessoas. Ao longo de 15 anos, investimos de forma consistente no desenvolvimento de soluções locais, ajudando a criar novos hábitos de consumo e ampliando as possibilidades de geração de renda em todo o país, ao mesmo tempo em que fortalecemos milhares de negócios. Seguimos comprometidos em avançar com a inovação no Brasil, gerar oportunidades e impulsionar um ecossistema que conecta consumidores, estabelecimentos e entregadores, contribuindo de forma concreta para o crescimento da economia brasileira”, comenta Joao Sabino, vice-presidente de políticas públicas do iFood.

Efeito iFood na economia

A FIPE apontou ainda que o efeito iFood na economia segue em ritmo acelerado: desde 2020, o valor movimentado pela plataforma cresceu 175%, ritmo 2,5 vezes maior que o crescimento do PIB nacional no mesmo período. Para cada R$1.000 gastos no iFood, são gerados R$1.399 adicionais na economia, estimulando a produção em toda a cadeia e gerando valor e renda para milhões de brasileiros. Ao mesmo tempo, outros R$ 1.114 são gerados em impostos adicionais, fortalecendo o desenvolvimento econômico do país.

Debora Gershon, diretora de Políticas Públicas e Economia do iFood, explica que o impacto do iFood na economia se deve ao chamado efeito multiplicador.

“Ao considerar a compra de um hambúrguer na plataforma, por exemplo, existem efeitos diretos, indiretos e induzidos na economia. São estimados os impactos em toda a cadeia produtiva: o pagamento dos funcionários da hamburgueria, a produção agrícola dos insumos para fazer o alimento, o combustível consumido no transporte até as embalagens de papel utilizadas para a entrega. O caminho percorrido entre a produção dos insumos até a entrega do produto gera renda, trabalho, movimenta economias locais e, consequentemente, tem um impacto expressivo.”

Esse efeito não acontece apenas nos grandes centros econômicos. Embora o Sudeste concentre a maior parte do impacto, a pesquisa aponta a expansão do delivery em todas as regiões do país, com destaque para Norte e Centro-Oeste, que vêm ampliando a participação no ecossistema do iFood de forma consistente, ano após ano.

Ninguém ilustra melhor esse impacto do que André Beleza, fundador do Bistrôgonofe, rede de fast-casual referência em strogonoff em Goiânia. Após 14 anos na informalidade em uma feira popular, André fundou o próprio negócio em 2012. Três anos depois, a chegada do iFood a Goiânia mudou sua trajetória. “Eu fui um dos primeiros em Goiânia. Quando o iFood chegou, foi uma revolução para o meu negócio”, conta o empreendedor. Em 2026, a parceria completa uma década e os números refletem essa transformação: o Bistrôgonofe opera hoje cinco unidades, registra cerca de 20 mil pedidos mensais pelo iFood e se consolidou como um dos maiores players de comida brasileira na capital goiana.

Crédito da foto: Divulgação

 

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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