Serviços de saques e trocos direto com os caixas dos varejistas facilitam serviços bancários para população

Serviços de saques e trocos direto com os caixas dos varejistas facilitam serviços bancários para população
Segundo o Banco Central, mais de 17 milhões de brasileiros sofrem com a escassez de caixas eletrônicos ou instituições que disponibilizem serviços que abrangem o saque, depósitos e pagamentos de contas. Há ainda um problema com a falta das notas de valores mais baixos, o que dificulta os trocos nos estabelecimentos.

Em 2020, quando eclodiu os casos de Covid-19 pelo mundo, um serviço de transação instantânea trouxe mais acessibilidade para a população e expandiu o leque de opções para os serviços de transferências e pagamentos. “O Brasil vem enfrentando uma diminuição no número de caixas eletrônicos e agências bancárias, quando a Sled desenvolveu a solução de saque foi justamente para suprir a falta de pontos que conecta com os bancos, clientes e varejo”, revela Anderson Locatelli, CEO da Sled.

Para o executivo, essa nova modalidade adotada pelo Pix chega ao mercado para somar, porém a aderência total do serviço pode levar um certo tempo. “A mudança comportamental da sociedade pode levar anos, basta analisar a vinda e popularização de outros serviços de pagamentos, nenhum deles substitui o dinheiro”.

Recentemente a fintech lançou uma solução que permite o saque de pequena quantia em caixas de supermercados, postos de gasolina e farmácias, além de ser pioneira na solução de troco digital, sem que o cliente precise autorizar ou cadastrar o serviço com o banco.

“O mercado também recebeu essa opção do Pix, mas é importante ressaltar que eles são apenas um meio de serviços bancários e não uma solução”, ressalta.

Qual a diferença entre eles?

O que difere um serviço do outro é a forma de uso. O Sled Saque exige somente o cartão da instituição financeira, sem que o cliente cadastre chaves ou códigos no banco. Tudo é feito diretamente com o cartão de débito, seja por inserção na máquina de cobrança ou aproximação, de forma simples e sem tomar muito tempo do consumidor. Já com o PIX Saque, o saque acontece por meio de leituras de QR Code do aplicativo do banco, ou seja, o cliente terá que usar o aparelho celular e conexão de internet para usufruir da modalidade, e isso pode impactar no tempo de espera na fila do caixa.

A solução de troco digital, criada pela Sled, em vez do operador de caixa devolver o valor em espécie, o cliente receberá a diferença diretamente no CPF. Essa quantia pode ser utilizada por meio da carteira digital, disponível no app Troco Simples ou na Wallet do varejista.

No PIX Troco, a pessoa física (no ato da compra) paga um valor a mais no produto ou serviço, e recebe o valor excedente em dinheiro. O processo é semelhante ao do PIX Saque, o que difere o serviço é a realização de compra para usufruir da novidade.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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