Confira o passo a passo para abrir a própria empresa

Confira o passo a passo para abrir a própria empresa

Quando uma pessoa decide abrir seu próprio negócio, inúmeras preocupações vêm à tona, entre elas, a parte burocrática. Nem todo mundo sabe o que precisa ser feito, onde e com quem deve contar para facilitar o processo, por isso, a CEO da Razonet Contabilidade Digital, Luana Menegat, ensina o passo a passo para o empreendedor.

“A parte burocrática consiste em três etapas que envolvem município, estado e a federação. É importante que a pessoa empreendedora saiba que algumas taxas variam de região para região e saber o que fazer pode até ajudar a economizar”, explica Menegat.

Passo 1 – Viabilidade

A avaliação de viabilidade é feita perante o município. É pedida uma autorização para a prefeitura para analisar se a pessoa pode abrir sua empresa, com seu ramo de atuação, na localidade desejada. Em alguns casos, a viabilidade é negada porque o indivíduo não pode exercer determinada atividade em determinado local, como uma indústria química no centro da cidade, por exemplo. Tal medida certamente causaria muito prejuízo.

Passo 2 – Documento Básico de Entrada (DBE)

Nessa etapa, o empreendedor vai informar à Receita Federal sobre quais atividades vai exercer, se tem sócios, quem eles são, qual a participação deles no negócio, o endereço da empresa, dados para contato para, por fim, criar o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, o CNPJ.

“Muito embora a pessoa consiga o número do CNPJ nessa etapa do processo, ainda não poderá utilizá-lo e nem emitir notas fiscais. Isso só acontece no final do processo, quando já existe a empresa constituída”, explica Luana Menegat, CEO da Razonet.

Passo 3 – Registro na Junta Comercial

O empreendedor fará o Registro na Junta Comercial do seu estado e criará o contrato social, que como o próprio nome diz, rege a sua sociedade. Nele, devem conter informações sobre os sócios, a participação societária, qual capital social da empresa e o conjunto de regras e normas que fazem parte da sua filosofia corporativa. Em seguida, o contrato é aprovado na Junta Comercial. As taxas desses órgãos variam de estado para estado, por isso é importante realizar esse procedimento no local em que você atuará e contar com o auxílio de uma empresa especializada. Caso o documento não seja aprovado, será apontado onde e o que o empreendedor deverá adequar.

“Ao final dessas três etapas, a pessoa vai ter seu processo deferido, seu negócio constituído e partir para o Cadastro da Empresa no município ou estado para ter permissão para emitir nota fiscal”, finaliza Menegat.

A Razonet é uma startup de contabilidade digital com mais de 30 anos de experiência em contabilidade tradicional, acelerando o sucesso dos empreendedores (Simples e MEI) e explicando, de forma simples, que abrir o próprio negócio não é um bicho de sete cabeças, desde que o empreendedor tenha as orientações corretas

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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