Vai receber em dólar? Fintechs globais auxiliam no processo com mais economia e segurança

Vai receber em dólar? Fintechs globais auxiliam no processo com mais economia e segurança

Métodos de pagamento menos tradicionais oferecem possibilidade de serviço mais econômico

O trabalho remoto tem sido cada vez mais frequente entre pessoas de todo o mundo, um cenário que resulta em uma nova realidade de mercado: a contratação de talentos de forma globalizada. As vagas de trabalho nesse formato cresceram 496% em 2022, em comparação ao primeiro semestre de 2021, segundo dados da Catho. Prova disso é que muitos profissionais têm aproveitado a flexibilidade desse tipo de modalidade para se candidatar a vagas em empresas estrangeiras, visando a oportunidade de ganhar em outras moedas, como o dólar.

Samyra Ramos, Country Lead da Higlobe, fintech global parceira do Bexs Banco que facilita o pagamento de contratados e freelancers remotos brasileiros de empresas americanas, observa que a possibilidade de ganhar em outra moeda tem sido um atrativo. “O que acontece, muitas vezes, é que os profissionais se deparam com métodos de pagamentos com altas taxas e demora para o recebimento do dinheiro. Dessa forma, a vantagem de receber em dólar pode ficar pelo caminho com tantas tarifas de transferências”, destaca.

Na Higlobe, os clientes pagam uma mensalidade de US$ 1,99 ao mês e podem receber transações ilimitadas, sendo uma solução inovadora e vantajosa para a sua base de clientes. Para quem ainda utiliza métodos tradicionais para receber os seus pagamentos de empresas americanas, Samyra destaca três benefícios de usar fintechs de pagamento:

1- Solução mais econômica que os bancos tradicionais – Esse é um dos principais pontos; enquanto os bancos cobram elevadas taxas de transferências, as fintechs podem oferecer alternativas de pagamento mais acessíveis e vantajosas. Dessa forma, é possível economizar dinheiro e aproveitar serviços financeiros mais eficientes e inovadores.

2- Abertura de conta e serviços sem burocracia – Os clientes das fintechs têm à disposição um serviço moderno e mais econômico, com a vantagem dos processos totalmente digitais, remotos e simplificados. Elas oferecem atendimento online por padrão, o que permite aos clientes tirar dúvidas e resolver questões de forma rápida e prática.

3- Valorização do dinheiro – Além de garantirem maior economia nas transações internacionais, as fintechs também possibilitam uma maior autonomia para o seu dinheiro. Na Higlobe, por exemplo, ao receber o pagamento de empresas americanas, o cliente pode escolher o melhor momento para retirada do dinheiro para a conta local no Brasil. Isso permite avaliar melhor o cenário de câmbio e realizar uma conversão mais vantajosa.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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