Banco24Horas registra recorde de depósito em dinheiro em caixas eletrônicos
Somente no primeiro semestre de 2023 foram depositados R$1,9 bilhão
O Banco24Horas, que está presente na vida de 153 milhões de brasileiros e possui soluções que promovem inclusão financeira, registrou, no primeiro semestre de 2023, R$ 1,9 bilhão em depósitos. O período marca R$ 500 milhões a mais em relação aos R$1,4 bilhão de depósitos realizados ao longo do ano de 2022, entre os mais de 3,6 mil caixas eletrônicos distribuídos pelo país.
A região que realizou mais depósitos, entre janeiro e junho desse ano, foi a Nordeste, com aproximadamente R$ 750 mil, sendo que somente o estado do Ceará foi responsável por R$ 187 mil. O Sudeste do país apresentou a segunda maior operação nessa modalidade, chegando a pouco mais de R$ 676 mil em depósitos realizados, com destaque para os mais de R$ 308 mil em no estado de São Paulo.
Na sequência vêm as regiões Norte, com mais de R$180 milhões, Sul, com mais de R$160 milhões, e Centro-Oeste, com aproximadamente R$120 milhões em depósitos realizados.
“No Banco24Horas o depósito em dinheiro pode ser realizado por qualquer pessoa, bancarizada ou não, para contas próprias, de terceiros ou carteiras digitais. A transação é realizada com ou sem cartão, sem utilização de envelope e o dinheiro é creditado em tempo real na conta do destinatário. O objetivo é simplificar a vida das pessoas e ampliar o leque de conveniências que nossos parceiros podem oferecer aos seus correntistas”, explica Fabiana Oda, Gerente Executiva de Produtos na TecBan.
As pessoas que utilizam o depósito em dinheiro do Banco24Horas podem realizar seus depósitos para os clientes dos Banco BMS, Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Bradesco, BRB, Celcoin, Fastcash e Itaú.
O depósito em dinheiro sem envelope é possível por causa da tecnologia. Caixas eletrônicos recicladores utilizam tecnologia moderna e segura para “reciclar” o dinheiro que entra, disponibilizando as notas físicas nas próximas transações que serão realizadas naquele dispositivo.
“O serviço traz, simultaneamente, mais eficiência e benefício para as pessoas, para o varejista – que também pode depositar a sangria do caixa no caixa eletrônico-, para os bancos e para a economia local”, finaliza a executiva.


