Bairro Rebouças é aposta para o mercado de short stay

Bairro Rebouças é aposta para o mercado de short stay

Rodeado pelo Centro, Água Verde, Jardim Botânico, Parolin e Prado Velho, o bairro Rebouças reflete o grande número de investimento público e privado recebido nos últimos cinco anos. Hoje, além de uma série de opções de gastronomia, diversão e serviços, o Rebouças abriga o Vale do Pinhão, ecossistema que recebe, desenvolve e apoia startups e iniciativas de novos negócios. Quase 50% do público universitário de Curitiba está concentrado no bairro, que oferece acesso próximo e fácil a PUCPR, UFPR, UTFPR, entre outras instituições de ensino.

A relevância dessa região atrai, também, investidores. De olho principalmente no mercado de short stay – modalidade de aluguel de curta temporada – empresas passaram a ver o Rebouças como oportunidade. “Hoje, as pessoas buscam praticidade, especialmente quem mora em bairros do anel central. Empreendimentos inteligentes, com oferta de serviços e comodidade, além de permitir mobilidade, facilitam o dia a dia”, avalia Deborah Bassoli, CEO da Debora Bassoli Empreendimentos, incorporadora que acaba de lançar o Aretha, edifício com 98 unidades, divididas entre apartamentos com cerca de 36m2 e studios com média de 26m2. Para ela, o Rebouças é um bairro em ebulição. “Não só pelo Vale do Pinhão, mas pela proximidade com o Corporate Jardim Botânico, que abriga as sedes administrativas de O Boticário e da Telefônica Vivo. Sem falar nos projetos de revitalização do Edifício Escher, que deve ser o primeiro prédio inteligente público da cidade, e a inauguração da primeira escola integral abastecida por energia solar.

Opção de investimento

O cenário para investimento em imóveis, além de segura e rentável, está em um bom momento. Imóveis compactos, por exemplo, podem render a partir de R$ 3 mil mensais já no primeiro ano. Alguns motivos apontados pelos especialistas são:

  • Valorização Sólida: historicamente falando, a valorização de um imóvel a longo prazo é praticamente garantida.
  • Taxas de juros favoráveis: com a queda das taxas, financiamentos são boas opções para reduzir custos iniciais, mas também para aumentar o potencial retorno sobre o investimento
  • Diversificação segura: comparado a outros tipos de investimentos, o mercado imobiliário está menos sujeito a riscos associados à instabilidade econômica;

Além disso, algumas plataformas especializadas no gerenciamento de imóveis para a modalidade short stay, estão cada vez mais profissionais. É o caso da Yogha, startup de moradias por assinatura fundada em 2016. Parceira da Deborah Bassoli Empreendimentos (DBe), a empresa trabalhou para formatar o Aretha, que reúne studios e apartamentos de 1 quanto, para quem deseja investir. “O investidor terá consultoria para decoração e execução de obras, deixando o imóvel pronto para a locação. Temos um sistema inteligente de precificação, com divulgação otimizada e gerenciamento dos anúncios e reservas”, conta Avelino Neto, CEO da Yogha. Ele destaca, ainda, o suporte 24/7 e o serviço de limpeza retiram do proprietário os ônus da locação.

Avelino prevê para os Studios uma taxa de ocupação de 63% no primeiro ano do imóvel, com retorno de R$3.345 mensais. Para o terceiro ano, a previsão é de 78% de ocupação e rentabilidade de R$ 5078. A previsão de rentabilidade foi feita baseada nas operações da Yoga na região.

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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