IA na educação está personalizando o ensino em 2025

IA na educação está personalizando o ensino em 2025

Uso  da Inteligência Artificial pode aumentar o engajamento dos estudantes em até 60%

Em 2025, cerca de 61% das plataformas de EdTech já oferecem personalização com IA, e sistemas adaptativos representam aproximadamente 38% do tempo total de instrução online em escolas de educação básica nos EUA. Estudos indicam que o uso de IA pode aumentar o engajamento dos estudantes em até 60% e melhorar as taxas de conclusão de cursos em 25%. Globalmente, 70% das instituições educacionais planejam adotar ferramentas com IA até 2025, segundo projeções recentes do setor.

Para Eliziário Vitoriano, fundador do grupo Talks Educação e empreendedor no setor de educação, eventos e tecnologia, a IA é um divisor de águas.

“A personalização no ensino é a chave para engajar e desenvolver o potencial máximo de cada aluno. A IA generativa nos permite ir além do modelo ‘tamanho único’, criando experiências de aprendizado que realmente ressoam com a identidade e o ritmo de cada um”, afirma Vitoriano.

IA é aliada para construção de conhecimento

A IA generativa, presente em ferramentas que viabilizam a criação de planos de aula altamente customizados. Professores podem fornecer comandos detalhados, incluindo metodologias, autores e o contexto específico da turma e da escola, otimizando o trabalho e enriquecendo as atividades com diversas perspectivas. “Quanto mais específicos forem nossos comandos, melhor será a resposta. A IA não só otimiza o trabalho, mas entrega conteúdos com contrapontos que enriquecem a experiência de aprendizagem”, destaca Eliziário.

Além do apoio na elaboração de planos, a IA permite construir trilhas de aprendizagem específicas para cada estudante. Ferramentas como os aceleradores de aprendizagem possibilitam que cada aluno desenvolva habilidades em leitura, discurso e pesquisa no seu próprio ritmo, recebendo feedback em tempo real e evoluindo de acordo com seus conhecimentos e lacunas.

Avaliações mais inteligentes

Outra forma de personalizar o ensino com a IA é por meio da avaliação formativa. A tecnologia pode auxiliar desde a construção de instrumentos avaliativos (como questões para provas) até a análise de desempenho dos estudantes, ajudando o professor a identificar lacunas de aprendizagem de forma mais eficiente.
No entanto, o especialista reforçam que a IA é uma ferramenta de apoio, não um substituto para o educador.

“É o professor quem define os objetivos claros e as expectativas de ensino. A IA nos orienta e otimiza o processo, mas a inteligência pedagógica continua sendo humana”, conclui Vitoriano.

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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