Centros de Formação de Condutores são um negócio rentável, porém de grande concorrência

auto escolaO crescimento na venda de veículos tem contribuído para o aquecimento dos negócios dos Centros de Formação de Condutores, que são os precursores no Brasil das antigas autoescolas. No mundo, o registro da primeira autoescola é de 1901, na cidade de Liverpool, na Inglaterra. No Brasil, o atual Código de Trânsito Brasileiro,  que entrou em vigor em janeiro de 1998, ampliou as atribuições e a qualidade dos serviços prestados das autoescolas, com foco maior na educação e melhor formação dos condutores de veículos automotores.

Para abrir um Centro de Formação de Condutores, o empresário terá que ter o registro e licença de funcionamento expedidos pelos órgãos de trânsito dos estados. Outra exigência é contar com uma administração própria e corpo técnico de instrutores devidamente habilitados. Também é obrigatório possuir veículos identificados conforme o artigo 154, do Código de Trânsito Brasileiro, e, no mínimo, um simulador de direção ou veículo estático. E é  bom lembrar que um Centro de Formação de Condutores poderá dedicar-se ao ensino teórico-técnico, ou ao ensino prático de direção veicular, ou ainda a ambos, desde que certificado para as atividades.

Quanto ao local ideal para abrir um Centro de Formação de Condutores, ele deve ser próximo de seus potenciais clientes e de seu mercado consumidor. O empreendedor deve estar consciente que, em geral, as pessoas buscam as autoescolas próximas dos locais onde passam a maior parte do dia, a fim de evitar grandes deslocamentos.

O valor do investimento no negócio, vai depender do tamanho do projeto do empreendedor.  Entretanto, de acordo com cálculos dos consultores do Sebrae, considerando um Centro de Formação de Condutores em imóvel alugado e com dois veículos, o investimento mínimo será de R$ 150 mil.

E, por último, o mercado de autoescola é bastante concorrido. Em todo o Paraná estão em funcionamento 735 Centros de Formação de Condutores, sendo 214 somente na Grande Curitiba.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 52 anos na área de jornalismo, sendo 50 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Há 25 anos é professora titular do curso de Jornalismo da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 19 anos de blog, mais de 50 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 21 prêmios, com destaque para Embrapa Floresta (Menção Honrosa em 2025); VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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