Seguro de eletrônicos e eletrodomésticos: será que vale a pena?
A venda de eletrodomésticos e eletrônicos vem crescendo a cada ano. Em 2013, o aumento no Paraná foi de 10%, segundo dados do IBGE. Acompanhando este crescimento de demanda, os hábitos dos consumidores brasileiros também estão mudando, abrindo mercado para o seguro de eletrônicos, que garantem proteção contra perda, roubo ou dano acidental. Entretanto, ao contratar o serviço, as pessoas devem ler com atenção todas as cláusulas pactuadas para não cair em armadilhas.
Os valores de um seguro ficam em média entre 12% e 15% do custo do produto. Por exemplo: o seguro de um notebook no valor de R$ 2 mil, sai por cerca de R$ 300, enquanto o de um tablet de R$ 1,7 mil custa R$ 260.
Para não ter problemas com o seguro, o primeiro passo é verificar se a empresa que está ofertando o produto é regularizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), que é o órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro. Feito isso, deve-se observar o que está sendo ofertado pelo vendedor e o que está escrito em contrato.
Até 2011, poucas seguradoras davam cobertura para celulares, serviço que se popularizou nos últimos cinco anos. As companhias não divulgam o número de vendas de apólices, mas todas garantem que os seguros para aparelhos vêm crescendo. Algumas seguradoras vendem seguros que incluem até o back-up dos equipamentos. O segurado ainda pode incluir a cobertura contra danos elétricos, descargas ou oscilações de energia, curtos-circuitos, além de cobertura internacional em muitos casos.
No caso de celulares, este é o aparelho eletrônico com menor vida útil, principalmente quando comparado a uma geladeira, uma TV ou um computador. Furtos simples, danos por queda ou mau uso não estão contemplados nos seguros.








