Com recorde de R$ 50,6 bilhões em condenações trabalhistas, Seguro Garantia Judicial consolida-se como “fôlego” para o caixa das empresas

Com recorde de R$ 50,6 bilhões em condenações trabalhistas, Seguro Garantia Judicial consolida-se como “fôlego” para o caixa das empresas

Substituição de depósitos recursais por apólices de seguro otimiza o balanço patrimonial e libera recursos para investimentos operacionais

O cenário jurídico-trabalhista no Brasil atingiu um patamar sem precedentes em 2025. Segundo dados recentes, a Justiça do Trabalho registrou o pagamento recorde de R$ 50,6 bilhões pelas empresas, o maior valor da série histórica. O volume de novas ações também impressiona: foram 2,3 milhões de novos processos, uma alta de 8,7% em relação ao ano anterior.

Diante desse “tsunami” de judicialização, potencializado pela facilidade do acesso à justiça gratuita, as companhias brasileiras enfrentam um desafio crítico: como garantir o andamento dos processos sem asfixiar o capital de giro? É aqui que o Seguro Garantia Judicial deixa de ser apenas uma opção técnica para se tornar uma ferramenta estratégica de sobrevivência financeira.

Para Valéria Conrado Leite, diretora na Alper Seguros, a natureza das ações trabalhistas exige que as empresas sejam ágeis na proteção de seu patrimônio.

“As ações trabalhistas possuem particularidades legais, inclusive pelo conceito da hipossuficiência do empregado. Hoje, as companhias podem utilizar o Seguro Garantia tanto para os depósitos recursais quanto para as execuções. O produto auxilia muito o tomador, tanto na gestão do caixa quanto no operacional”, explica a diretora.

Fim do dinheiro imobilizado

A principal diferença entre o depósito judicial em espécie e a apólice de seguro reside na saúde do balanço patrimonial. Enquanto o depósito em dinheiro retira recursos que poderiam estar rendendo ou financiando a operação, o seguro mantém o capital disponível.

“A questão não se aplica apenas à diferença real de caixa, mas de balanço e fluxo operacional. Para exercer um depósito em dinheiro, há um trâmite burocrático lento, enquanto o seguro é muito mais ágil. Esse caixa não disponibilizado é reinvestido na operação e auxilia diretamente na gestão financeira da empresa”, destaca Valéria.

Tendência de mercado e tecnologia

A procura por essa proteção cresceu exponencialmente desde o Ato Conjunto do TST, que regulamentou o uso do seguro no rito trabalhista. Com a alta de 8,7% em novos casos em 2025, empresas de todos os portes passaram a buscar a Alper para proteger suas margens de lucro.

Segundo a especialista, a consultoria técnica é o diferencial para transformar passivos jurídicos em eficiência financeira.

“Na Alper, contamos com advogados e especialistas que identificam a possibilidade de substituição do depósito em dinheiro por seguro. Com o apoio de ferramentas de emissão na ponta, entregamos agilidade para lidar com grandes volumes. A aderência é extremamente eficiente, especialmente quando falamos de montantes expressivos de depósitos”, conclui a executiva.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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