Com alta da gasolina, veículos elétricos representam economia de mais de 80%

Os veículos alternativos já viraram um estilo de vida para muitas pessoas. Além de serem sustentáveis e ecológicos, agora eles também estão tendo um impacto positivo no bolso dos consumidores. Com a mais recente alta da gasolina – que pode ser encontrada por até R$ 3,29 o litro – a economia para quem adota esses veículos elétricos passa dos 80%. Um cálculo médio feito com base do preço da gasolina em R$ 3 o litro, mostra que aqueles que optam por veículos alternativos elétricos, como a scooter, por exemplo, chegam a economizar 84% em gastos se comparado com uma moto, que oferece o mesmo padrão de transporte.
Se considerarmos que uma pessoa que tem moto gasta em média R$ 30 de gasolina por semana e 60 reais por mês para trocar óleo de uma moto, segundo dados do portal Vrum.com, a economia é real e vantajosa, isso sem contar com as despesas extras de IPVA, DPVAT e todas as despesas de manutenção.

Tairone Passos, diretor da Two Dogs, empresa especializada em veículos alternativos elétricos, afirma que para carregar uma bateria de uma scooter elétrica, não chega a um real. A Two Dogs trouxe para o Brasil diversos produtos elétricos e destacam-se no quesito mobilidade urbana o skate elétrico, o scooter elétrico e o super wheel. “A bateria de uma scooter ou de um skate duram cerca de 40 km ou duas horas de uso. Para recarregá-las não se gasta nem um real por carga em energia elétrica. Já o super wheel demora cerca de uma hora e tem uma das tecnologias mais modernas que existe”, comenta Passos. Além da economia no bolso, Tairone conta que a demanda por produtos que aliem mobilidade com sustentabilidade estão em crescimento no país por tornar o dia mais prazeroso. “As pessoas também pensam que sair de carro é muito estressante, devido ao trânsito cada vez mais intenso”.
Um levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 2013 apontou que, em média o brasileiro demora meia hora para se deslocar entre sua casa e o trabalho e nas grandes cidades cerca de 18% da população demora mais de 1 hora para fazer esse trajeto.








