Mudança no comportamento do consumidor conectado dita novo jeito de comprar

Wilmar Lima.
Wilmar Lima.

Quando se fala em tendências na área de tecnologia, muitas pessoas lembram das sagas do cinema como Jornada nas Estrelas – que idealizava o mundo no século XXIII – ou De Volta para o Futuro, que imaginou como seria o cotidiano em 2016. A sétima arte é expert em adivinhar invenções mirabolantes com realidades high tech. Mas será que esse mundo está longe da atualidade?

Com certeza, os laboratórios de inovações de grandes marcas já trabalham em alternativas de tecnologia idealizadas nos telões de cinema. Imagine você entrar numa loja e o seu rosto ser imediatamente escaneado. Com as informações sobre as suas últimas buscas online, a vendedora vem em sua direção sorridente: “Seja bem-vinda “Maria”! Vamos experimentar a bota preta que você gostou ontem à noite?” E como se não bastasse, no final da sua compra, o pagamento acontece instantaneamente.

Ou, então, em outra ocasião, em um dia chuvoso em que é preciso adquirir um acessório para ir a uma festa naquela noite, ao invés de ir até a loja ou procurar na internet, você coloca os seus óculos 3D, que a sua marca preferida te entregou na última visita ao estabelecimento, e pronto! É possível estar na loja sem sair de casa! A vendedora virtual sugere os modelos que mais correspondem com os seus gostos online ou que a sua rede de amigos curtiu recentemente nas mídias sociais, e está resolvido: a compra do objeto que mais combina com o seu estilo é finalizada por meio do número do CPF. Em poucas horas, a aquisição chega em sua porta, a tempo de não perder a festa.

Sim, os cenários acima não são meras ficções científicas, eles já fazem parte da realidade das análises desses laboratórios, que estudam ideias para atender aos anseios do consumidor moderno e, com isso, buscam prosperar no mercado. Afinal, este é o desafio dos setores que sofrem a pressão da migração das vendas das lojas físicas para o online. E entre eles está o fashion, setor do varejo que faturou R$ 130 bilhões em 2015.

Um estudo apresentado em agosto pela McKinsey, uma das maiores consultorias do mundo, mostrou as quatro tendências que terão impacto relevante nesta indústria na próxima década, entre eles está o omnichannel com a sua revolução na jornada de decisão do consumidor; o fast fashion que foca na rapidez de reação e de lançamento de coleções novas; a parceria entre indústria e varejo para unir custo, qualidade e velocidade, além da consolidação e formalização do setor, o que minimizaria a sua fragmentação.

Só que integrar todas estas ferramentas e, ainda, garantir a produtividade, não é uma tarefa fácil. A boa notícia é que há solução para isso, e já está acessível tanto para pequenas e média empresas como para grandes corporações. A tecnologia de alta performance oferece plataformas completas que unem todos os seus canais de vendas.

O conceito para projetos para grandes, médias e pequenas marcas, que conseguem integrar as vendas em todas as suas esferas, sejam elas B2B, B2C, B2B2C ou vendas porta a porta. A diferença, no entanto, está na flexibilidade dos projetos que possibilitam a sua adaptação de acordo com o crescimento da empresa, no preço dos projetos e na rapidez de implementação.

Na realidade, não é possível desprezar esta tecnologia, a sua capacidade de negócio e, muito menos, a mudança de comportamento do consumidor. O futuro não é mais tema de cinema, ele já chegou e promete trazer lucratividade e excelência para quem enxergar as suas potencialidades, além de atender as expectativas do cliente conectado e, até mesmo, superá-las.

O artigo foi escrito por Wilmar Lima, que é diretor de Operações da FH

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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