Para especialista, infraestrutura de TI é pilar básico das operações públicas

Alexander Costa Barcelos,diretor da LTA-RH.
Alexander Costa Barcelos,diretor da LTA-RH.

O volume de dados em trânsito nas redes corporativas é imenso: previsões das maiores consultorias de tecnologia do mundo dão conta de que em 3 anos a onda de informações circulantes na Internet deverá atingir o patamar das dezenas de milhares de petabytes/dia, conforme explica o diretor da LTA-RH, Alexander Costa Barcelos. “Este crescimento exponencial se deve a tecnologias e tendências como Big Data, BYOD, IoT, wearables, entre outras. E, ao mesmo tempo em que avança avassaladoramente, esta onda de dados transforma o mercado corporativo, já que as empresas terão de adaptar suas estruturas – e, principalmente, suas infraestruturas, para acompanhar este movimento” revela.

O data center é a peça chave deste cenário. Ter capacidade de armazenamento, redundância, contingência e gerenciamento preditivo para suportar a grande leva de informações circulantes, bem como dar suporte para rodagem perfeita de sistemas e aplicativos, é fundamental para empresas e instituições de qualquer setor ou porte.

“E se no setor privado esta demanda é urgente, na área pública é ainda mais – afinal, são dados, documentos e processos pertinentes a toda uma população, seja em instância municipal, estadual ou federal, que estão em jogo neste segmento”, completa o especialista.

Nas redes de órgãos públicos, os dados chegam das mais diversas fontes – contribuintes, repartições vinculadas das áreas de saúde, educação, transporte, segurança, saneamento, urbanismo etc. Os sistemas também são variados, compondo uma teia de softwares de gestão de nichos, banco e gestão de dados diversificados, aplicações online de contato com os cidadãos e servidores, aplicações da área financeira e de pessoal, entre muitos outros.

Além disso, há toda uma gama de equipamentos, como computadores, notebooks, tablets, smartphones, coletores de dados, sensores, dispositivos de campo ligados a web e inúmeros outros devices que requerem conexão forte para se manterem em operação contínua.

“Tudo isso requer uma infraestrutura robusta, capaz de sustentar o tráfego e garantir o andamento das aplicações e operações, permitindo aos órgãos desenvolverem suas atividades e prestarem seus serviços sem interrupções”, explica Barcelos.

Um data center bem estruturado, baseado em equipamentos e sistemas de qualidade, é o pilar básico para manter esta continuidade. Mas, para que esta infraestrutura funcione adequadamente, é preciso o alicerce de fornecedores capacitados, incluindo fabricantes das soluções, canais revendedores e prestadores de serviços como instalação, implementação, migração e suporte das ferramentas.

É nestes profissionais que está a base de uma infraestrutura confiável, pois não há servidor, storage ou ativo de rede (como, por exemplo, switches e roteadores) que funcione sem a intervenção humana qualificada para dar o start.

“Um data center é, por definição, o local onde empresas públicas ou privadas concentram os equipamentos que usam para processamento e armazenamento de dados. Mas muito além disso, é o cerne do negócio, é a força motriz que garante a continuidade das operações sem as tão prejudiciais paradas – que podem variar de um incômodo passageiro, quando resolvidas rapidamente, a um verdadeiro pesadelo, quando muito duradouras ou acompanhadas de incidentes de segurança que expõem e põem em risco dados e aplicações”, acrescenta.

Construir uma infraestrutura de TI robusta, adotar soluções que permitam gerenciar tanto os ativos físicos quanto os sistemas e dados desta estrutura, assim como monitorar máquinas, conteúdos e operações, contando com estratégias inteligentes e funcionais de backup e planejamento que englobe questões como segurança, governança, conformidade, economia e performance, não é tarefa fácil: é algo para profissionais especializados.

Por isso, a escolha do fornecedor de infraestrutura de TI é crucial para o negócio, tanto de uma empresa pública quanto de uma privada. Não é possível decidir somente com base em um quesito, seja ele preço, localização, equipe, parceiros. Um conjunto de todos estes fatores e outros mais, como a qualificação dos times de pré e pós-venda, estrutura de suporte, garantias e aval de fabricantes, deve ser levado em conta para uma tomada de decisão segura.

“Só assim se estará garantindo a produtividade das equipes, a satisfação dos usuários e o sono tranquilo dos administradores de rede. Data center é vital, e a escolha de um fornecedor capacitado é a veia pulsante desta vida”, conclui.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *