Fórum sobre cidades digitais e inteligentes abre Paraná TIC 2017

Gestores de 28 municípios do Oeste paranaense debateram e trocaram informações sobre experiências inovadoras na gestão de tecnologias que permitem tornar cidades mais digitais e inteligentes no II Fórum de Cidades Digitais do Oeste do Paraná, evento que integra o Paraná TIC 2017, em Foz do Iguaçu. Realizado pela Rede de Cidade Digital (RCD) e Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-PR), o Fórum tratou nesta quarta (26) do desenvolvimento e modernização das administrações municipais por meio de investimentos em tecnologia.
Um levantamento feito pela RCD mostra que quase 80% dos prefeitos no Oeste do Estado incluíram nos planos de governo, protocolados junto ao Tribunal Superior Eleitoral, propostas de investimentos em tecnologia para melhorar algum setor da administração municipal.
Para o prefeito de Assis Chateaubriand e presidente da Associação dos Municípios do Paraná, Marcel Henrique Micheletto, o encontro gerou uma excelente oportunidade para os gestores trocarem experiências e conhecerem ferramentas e ideias que aproximam a gestão pública do munícipe. “A tecnologia vai muito além da questão financeira, usando com criatividade podemos economizar e oferecer serviços de excelência ao cidadão. O gestor precisa ver a tecnologia como um investimento e não como um gasto”, concluiu Micheletto.
O II Fórum integrou neste ano o Paraná TIC, principal evento do setor de tecnologia da informação do Estado. Segundo o presidente da Assespro-PR, Adriano Krzyuy, a intenção de trazer a discussão das cidades digitais para o Paraná TIC reflete na importância cada vez maior do uso das tecnologias como ferramenta para o desenvolvimento dos municípios. “É preciso ampliar e pensar de forma estratégica as tecnologias dentro de prefeituras e órgãos públicos municipais, indo muito além da informatização de secretarias ou estruturas internas. Todas as áreas precisam ser impactadas pela transformação digital e no melhor atendimento ao cidadão”, reforçou em sua exposição no Fórum.
Segundo Krzyuy, a computação na nuvem e o uso do big data nas administrações municipais são as próximas fronteiras tecnológicas que gestores passarão a adotar nos próximos anos. “Os dados e as informações precisam estar estruturados e organizados para facilitar e agilizar a tomada de decisão por parte dos administradores públicos”, finaliza.








