Tecnologia ajuda a reduzir consumo de água nas indústrias

No Brasil, uma tecnologia já disponível para o segmento industrial – e também utilizada por fabricantes de máquinas e equipamentos de setores como mineração, transporte, construção e petróleo e gás – vem permitindo que companhias reduzam em até 50% o consumo de água em sua linha de produção.

Conhecido como UC System, da Ultra Clean Brasil, o sistema realiza a limpeza a seco e em segundos de tubulações a partir do lançamento de projéteis especiais de espuma. Estes projéteis removem e recuperam produtos acabados parados nas tubulações, eliminam contaminantes e biofilme microbiano, e garantem aos fabricantes dos mais diversos segmentos economia de tempo, de sanitizantes, de produtos químicos e, principalmente, de consumo de água.

A tecnologia é uma resposta à urgente necessidade do segmento industrial repensar sua forma de consumir água durante a fabricação dos mais diversos itens. Segundo levantamento da Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura), o aumento da demanda de água na indústria deve totalizar 400% entre os anos 2000 e 2050 nos países em desenvolvimento, puxados por Brasil, Rússia, Índia, Indonésia, China e África do Sul.

Ainda de acordo com a organização, 56% de toda água doce hoje captada no planeta se torna água residual, ou seja, esgoto ou efluente industrial ou agrícola. Os números, que constam no Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento de Recursos Hídricos, versões 2015 e 2017, evidenciam que as indústrias precisam adotar medidas urgentes para combater o desperdício e alcançar um uso mais eficiente da água.

“Todos podem fazer a sua parte para alcançarmos a meta do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável, que visa reduzir pela metade a proporção de águas residuais não tratadas e aumentar a reutilização de água potável até 2030”, enfatiza Guy Ryder, presidente do UN Water (ONU Água, em tradução livre) e diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT). “Tudo gira em torno de gerir e reutilizar cuidadosamente a água que passa pelas nossas casas, fábricas, fazendas e cidades”.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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