Para quem procura onde investir, parcerias educacionais são aposta do mercado para 2019

Para quem procura onde investir, parcerias educacionais são aposta do mercado para 2019

Em 2018, o Ensino a Distância (EaD) aparece como uma das mais importantes tendências de mercado para o setor de Ensino Superior no mundo. É o que revela o relatório Students of Tomorrow: Trends Driving Global Demand for Learning, divulgado em janeiro deste ano pela Euromonitor Internacional. No Brasil, a educação a distância já ocupa posição de destaque no mercado educacional e vem apresentando expansão contínua ao longo dos anos. O relatório aponta ainda que até 2023 mais de 50% dos estudantes do Ensino Superior estarão matriculados em cursos de ensino a distância.

Para quem está à procura de novos modelos de negócios para empreender em 2019, que promete ser o ano de retomada da economia, investir na abertura de polos de apoio presencial pode ser uma opção de investimento seguro e com retorno rápido. A Uninter Educacional S.A, pioneira do segmento de educação EaD no Brasil, é um dos principais players do mercado a oferecer a opção. “Somando todo o share entre todos os players de educação que atuam no Brasil, não conseguimos atender nem 30% da população apta a entrar no Ensino Superior”, revela o diretor de Negócios e Operações da Uninter, Alfredo Pires.

Até 2016, cerca de 66 milhões de pessoas com 25 anos de idade ou mais tinham concluído apenas o Ensino Fundamental. E não foi só isso: no mesmo período, menos de 20 milhões de brasileiros haviam concluído o Ensino Superior. De acordo com Pires, esse dado revela o alto potencial de expansão de parcerias de educação em todo o território nacional. Não por acaso, a Uninter apresentou em 2018 crescimento de 18% nas matrículas de graduação e pós-graduação em relação a 2017. “Educação é prioridade na vida de quem deseja ascender profissionalmente. O brasileiro está à procura de melhor qualidade de vida e o ensino a distância pode chegar até ele e proporcionar a realização desse sonho”, avalia.

Como funciona

Para abrir um Polo de apoio presencial Uninter o empresário deve checar qual a viabilidade da área em que pretende iniciar o negócio. Regiões em que a demanda por educação esteja reprimida – alto número de pessoas em idade estudantil, poucas opções de Instituições de Ensino Superior (IES) presencial em raio maior de 50 quilômetros, necessidade de grande locomoção para estudo – podem apresentar maiores chances de consolidação no primeiro ano do negócio. “No Brasil, um dos maiores limitadores do acesso ao Ensino Superior é fazer com que a instituição chegue ao cidadão. Nosso modelo de negócio entra na lista de necessidade primária dos brasileiros”, acredita Pires.

O diretor de Negócios e Operações conta que há casos de empreendedores que, com bom gerenciamento aliado à dedicação exclusiva da gestão do Polo, conseguem retorno do investimento inicial em tempo menor do que outras franquias. É o caso de Sonia da Silveira, gestora do polo de apoio presencial nas cidades de Belo Horizonte e Ouro Preto, em Minas Gerais. “Já recebi umas 100 vezes mais do que investi. É um ótimo negócio por ser um serviço com forte tendência de crescimento nos próximos cinco anos”, garante.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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