Indústria catarinense de bebidas Água da Serra expande presença no Paraná

Os paranaenses vão encontrar com mais facilidade as bebidas produzidas pela indústria catarinense Água da Serra. Além dos tradicionais refrigerantes da marca, a mais lembrada de Santa Catarina, à frente, inclusive, das gigantes do setor, chegam às gôndolas dos mercados do Paraná os novos produtos da empresa: sucos, chás e energético.
O estado, que representa atualmente 22% do faturamento da Água da Serra, é um dos focos da empresa, fundada há 76 anos em Braço do Norte, Santa Catarina. Para o diretor superintendente, Eymard Frigotto, a expansão se dará rapidamente. “Hoje estamos presentes em Curitiba, alguns municípios da região metropolitana e algumas cidades do interior. Com nosso plano de expansão chegaremos a todas as cidades em até um ano e meio”, anuncia.

Como carro-chefe a indústria tem os refrigerantes, principalmente o conhecido Laranjinha, mas, aproveitando a tendência de saudabilidade, a empresa investiu em novos produtos e lançou, este ano, a marca Laví, com uma linha de sucos, com 5 sabores, e outra de chás. E são justamente os chás que estão atraindo a atenção dos supermercadistas. São três tipos: os convencionais em sachês, ou saquinhos; os prontos para beber; e o para preparo com água fria. “O chá instantâneo, ou solúvel em água fria, é o nosso grande diferencial. Ele é natural, prático e é também uma tendência mundial. Na linha de chás temos 30 sabores, entre aqueles que são os mais consumidos como o verde e o de camomila, por exemplo, aos blends, que são as misturas especiais”, explica Frigotto.
Investimentos
E o mix de produtos da Água da Serra também engloba, agora, um energético. É o XP, bebida disponível em lata e garrafa pet. “Investimos fortemente em pesquisa e identificamos oportunidades de crescimento com estes três produtos: sucos, chás e bebida energética. Tanto que nos últimos dois anos investimos R$ 15 milhões na ampliação da nossa indústria e em maquinário, para podermos aumentar nossa capacidade produtiva. Hoje conseguimos produzir 100 milhões de litros por ano. Até 2026 serão mais R$ 35 milhões de investimentos, e também estão em nossos planos uma nova unidade da indústria, desta vez no Paraná”, diz.








