4 motivos para empresas aderirem a processos mais diversos

4 motivos para empresas aderirem a processos mais diversos

Cada dia mais a área de Recursos Humanos das empresas têm aderido a processos seletivos mais ágeis e assertivos. Outra questão que também vem movimentando esse mercado é a importância de criar uma instituição diversa e inclusiva, a fim de dar mais oportunidades aos candidatos.

Segundo pesquisa realizada pelo Center for Talent Innovation, empresas que oferecem ambiente de trabalho mais diverso tem mais a ganhar: os profissionais são 17% mais engajados e proativos; redução em até 50% nos conflitos, se comparados com corporações sem a prática; e as equipes tomam decisões 2 vezes mais rápidas, resultando em 60% de melhores resultados.

Nesse cenário, as entrevistas às cegas vêm ganhando cada vez mais espaço nos processos seletivos. Com esse modelo, o vídeo e a voz ficam distorcidas, além das informações do currículo do candidato ficarem bloqueadas, para serem reveladas apenas na fase de contratação.

Essa é uma estratégia usada por startups como a HRTech Jobecam, plataforma de empregos e entrevistas gravadas que torna os processos de seleção mais eficientes e justos por meio da tecnologia de vídeo e inteligência artificial. A especialista em RH, CEO e fundadora da empresa, Cammila Yochabell (foto), elencou 4 motivos que comprovam a importância de processos mais diversos. Confira a seguir:

  1. Os processos por vídeo recrutamento são 70% mais rápidos

O funcionamento desse modelo de negócio consiste na utilização de vídeos currículo de até 30 segundos sobre o profissional e também o primeiro contato com as empresas; entrevistas gravadas para as demais fases, evitando o deslocamento do candidato e até entrevistas às cegas, com foco nas habilidades do profissional. A partir desse material, a empresa seleciona o currículo mais aderente à vaga para a fase de contratação, eliminando possíveis longas fases e agilizando todo o processo.

  1. Elimina vieses inconscientes do recrutador

Ao modificar a imagem do candidato e distorcer a voz, além de bloquear o currículo, a plataforma faz com que o recrutador foque apenas nas experiências profissionais e posicionamento do concorrente, eliminando vieses inconscientes.

  1. Match ideal

A trajetória profissional e as palavras-chave ditas pelo candidato são os fatores determinantes na hora da vídeo-entrevista. É nesse momento que o profissional pode apresentar todos seus conhecimentos e posicionamentos. Caso sua experiência e palavras-chave batam com o que a empresa contratante busca, acontece o match profissional.

  1. Reduz gastos tanto para empresas quanto candidatos durante o processo

No Brasil, segundo dados do aplicativo Trampapo, 83% das pessoas chamadas para entrevistas de emprego não comparecem na data combinada e, desse total, 23% o fazem por falta de dinheiro. O uso da plataforma auxilia o candidato a economizar, já que não precisa se deslocar até a empresa.

As empresas também são beneficiadas. Uma contratação que leva em média 40 dias e custa R$ 6 mil. Com o modelo de vídeo currículos e vídeo entrevistas, diminui para até 7 dias e custa cerca de R$ 1 mil .

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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