Por que portaria remota deve crescer 30% neste ano?

Por que portaria remota deve crescer 30% neste ano?
Young Male Security Guard Talking On Walkie-talkie While Monitoring Multiple CCTV Footage On Computer

Com altos índices de assaltos e furtos a residências, empresas especializadas em segurança eletrônica ganham cada vez mais espaço por surgirem como alternativa. 

Segundo dados de um levantamento feito pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), a instalação e o gerenciamento de portarias remotas já representam até 20% do volume de vendas de 67% dos entrevistados e 11% das empresas já trabalham exclusivamente na oferta de portaria remota, apontando que a expectativa de crescimento para o este ano deve superar 30%.

Custo é uma questão relevante para a troca, algumas empresas chegam, inclusive, a aproveitar o funcionário antigo do local e treiná-lo para lidar com o sistema remoto. “Condomínios que trocam o sistema e investem nessa tecnologia podem gastar até 1/3 do valor comparado ao serviço anterior, mas, para tanto, é necessário um estudo sobre o local que vise reduzir os custos ao mesmo tempo em que eleve a segurança”, comenta Walter Uvo, especialista em tecnologia da MinhaPortaria.com.

Para elevar a segurança de funcionários e moradores, há inúmeros motivos para justificar o porquê de muitos condomínios estarem aderindo à esse sistema. Sendo basicamente uma portaria sem porteiro, acaba sendo esta também uma das razões para a substituição do profissional por uma central de monitoramento, pois exclui a possibilidade de ele estar exposto a situações de risco.

Gama de serviços

Há uma gama de serviços que podem ser contratados para garantir a segurança, entre eles, equipamentos eletrônicos, como alarmes e câmeras de vigilância. “Com a biometria, o acesso ao condomínio passa a ser mais controlado, pois o sistema reconhece e armazena os dados da pessoa para acesso ao condomínio, ou seja, as informações são enviadas para a central, que armazena as datas e dados sobre quem entra e sai”, detalha Walter Uvo.

A tecnologia na palma da mão é outro diferencial, pois com um aplicativo no smartphone, o próprio morador pode fazer solicitações no sistema como: cadastrar visitantes, acessar as câmeras do condomínio e ativar o botão de emergência/pânico. Para autorizar a entrada de estranhos no local, o morador gera um código QR e o envia ao visitante, o que gera mais confiança de que a entrada foi realmente autorizada.

O cenário das portarias remotas está concentrado nas regiões Sul e Sudeste, segundo a pesquisa. Embora haja resistência por parte de moradores quando a administração discute a troca do sistema, ao conhecer as vantagens da portaria remota e de outros serviços tecnológicos de monitoramento, é possível compreender que há opções além do tido como convencional para elevar a segurança do imóvel, evitando que este bem não seja violado e desvalorizado.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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