Empresas juniores são alternativas para quem deseja aprimorar o currículo

Empresas juniores são alternativas para quem deseja aprimorar o currículo
Segundo informações divulgadas pelo governo federal, a crise gerada pelo Covid-19 resultou em 150 mil pedidos de seguro-desemprego a mais do que entre março e a primeira quinzena de abril de 2019. Em paralelo, estima-se que uma média de 200 mil trabalhadores demitidos durante a pandemia ainda não solicitaram o benefício – o que elevaria o número de pessoas sem emprego para pouco mais de 1 milhão.
 
Diante desse contexto, o aprimoramento do currículo torna-se uma importante tarefa para quem deseja garantir uma colocação no mercado de trabalho. Principalmente, aos que estão dando os primeiros passos na carreira.

“O currículo é uma porta de entrada para o mercado de trabalho porque mostra ao recrutador dois fatores relevantes para a empresa contratante: as habilidades e experiências do candidato. Mas, torná-lo diferenciado é uma variável de desempate para a decisão final em um processo seletivo. E, aqui, o escolhido costuma ser aquele com a maior familiaridade com o ambiente profissional”, afirma Giovanni Cavalheiro Sementilli, consultor de Gestão de Pessoas da Poli Júnior – empresa júnior de Engenharia da USP.

 

Currículo diferenciado

 
Mas, como alcançar um currículo diferenciado em meio a um cenário tão delicado no mercado de trabalho? Para esse questionamento, o consultor tem a resposta na ponta da língua: as empresas juniores. Na prática, uma empresa júnior é uma organização formada por alunos matriculados em instituições de ensino superior com o intuito de aproximar os universitários da realidade corporativa enquanto que os empreendedores contam com entregas de alta qualidade por meio de um investimento abaixo do mercado sênior.

“Ao ingressar em uma empresa júnior, o aluno se depara com a oportunidade de se descobrir dentro do curso visto que além de entrar em contato com clientes reais, é possível até mesmo adquirir experiências em cargos de alta gestão, que são geridos pelos próprios membros. Ou seja, é uma alternativa de lidar com responsabilidades que envolvem desde as expectativas dos clientes até a gestão de pessoas e processos”, explica Sementilli. Lembrando que apesar dos benefícios é fundamental ter em mente a seriedade e o compromisso que a decisão de fazer parte de uma empresa júnior requer.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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