Mercado brasileiro de máquinas de gravação industrial a laser movimenta mais de U$1 bilhão ao ano

Mercado brasileiro de máquinas de gravação industrial a laser movimenta mais de U$1 bilhão ao ano

O mercado brasileiro de máquinas de gravação a laser foi avaliado em 1,3 bilhões de dólares em 2019. É o que informa a Global Nd:Yag Laser Engraving Machines Market Research Report, importante publicação da área que traz dados e projeções para os próximos anos.

Máquinas de gravação a laser têm o seu uso voltado para os mercados de decoração publicitária, tecnologia de impressão e embalagens, vestuário em couro e até mesmo modelagem industrial.

Segundo o report, o Brasil figura entre os três maiores mercados da América Latina e é um dos principais no mundo. Isso faz com que as mais importantes empresas mundiais de máquinas de gravação a laser voltem seus olhos para o mercado nacional, em busca de expansão dentro desse rentável negócio.

Líder mundial

Os dados colhidos até 2019 apontaram a Gravograph como uma das líderes mundiais do ramo. Pioneira na criação do pantógrafo de gravação na década de 1930, nos Estados Unidos, a empresa sempre esteve à frente nos quesitos inovação e desenvolvimento tecnológico, tanto na área de maquinários como insumos.

No Brasil, a Soma Sul é a parceira e a distribuidora oficial dos produtos da Gravograph. Gilberto Dick (foto), diretor de Operações da Soma Sul afirma que essa parceria abriu ainda mais o mercado de gravação e codificação industrial para a empresa, que expandiu seu portfólio de produtos e serviços com a inserção da Gravograph.

“A distribuição dos produtos da linha Gravograph representa a abertura de um novo mercado para a Soma Sul, que nos faz vislumbrar novas possibilidades de marcação e gravação industrial a laser, setor no qual somos especialistas”, diz o diretor de Operações.

Retomada rápida

A Soma Sul oferece máquinas a laser para personalização, mecânica CNC, usadas para gravação de troféus, peças industriais ou mecânicas, vidros e cristais, placas de aviso e sinalização em braille e insumos, como materiais plásticos utilizados para sinalização arquitetônica, sinalização industrial, identificação de painéis elétricos e rótulos.

De acordo com Gilberto Dick, os produtos destinados a gravação já são tradição na empresa. Com unidades nos três estados do sul do Brasil, a Soma Sul comercializa produtos para gravação e codificação industrial desde o início da empresa, há 20 anos, incluindo, além de máquinas a laser,  impressoras a jatos de tinta, por termo transferência e etiquetadoras. Também são oferecidos serviços de instalação, manutenção e capacitação para o uso ideal dessas máquinas. 

Sobre a expectativa para o ano de 2020, em um contexto pós-pandemia causada pela Covid-19, o executivo afirma que espera que a retomada dos negócios seja rápida. 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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