Mercado de trabalho feminino: conheça 3 tendências para 2021

Mercado de trabalho feminino: conheça 3 tendências para 2021

Exercer mais de uma atividade profissional e não depender de uma única fonte de renda é algo que faz cada vez mais sentido e que se intensificou neste ano. Em 2021, a necessidade de ter um plano B, e mais do que isso, colocá-lo em prática, figura entre as tendências para o mercado de trabalho feminino. Ter uma atuação profissional voltada para a sustentabilidade e o consumo consciente e um trabalho alinhado à digitalização também são movimentos que devem crescer no próximo ano.

“A crise desencadeada com a pandemia acelerou inúmeras tendências. Estamos precisando nos reinventar de muitas maneiras, sair da nossa zona de conforto em muitos aspectos. A habilidade de tecnologização, por exemplo, é uma das mais exigidas no mercado de trabalho feminino. Ela será responsável por reduzir o gap salarial entre gêneros na próxima década, tendo em vista que a pandemia provocou um retrocesso de 6 a 10 anos em termos de avanços dos direitos de trabalho das mulheres. Assim, o que dará fôlego de novo para as mulheres é a transição digital”, destaca Rafize Santos, mestre em Filosofia pela UFPR, mentora e fundadora da Badass Mentoria, e que este ano será palestrante do TEDxUFPR abordando assuntos como inovação, filosofia, entre outros temas a partir de referenciais teóricos predominantemente femininos.

Saiba mais sobre cada uma das tendências para o mercado de trabalho feminino em 2021:

 Plano B

Especialmente neste momento delicado, variar as formas de receita é fundamental para se reinventar e evitar perrengues! Neste ano, a tendência de ter um plano B se intensificou especialmente porque muitas pessoas se viram impossibilitadas de realizar seus trabalhos presencialmente ou até mesmo foram demitidas. Isso fez com que muitas mulheres tivessem que buscar desenvolver uma nova atividade profissional com urgência neste ano.

Consumo consciente e sustentabilidade

A pandemia também alterou padrões de consumo que já vinham se fortalecendo nos últimos anos. Mais preocupados com a qualidade de vida, os consumidores buscam, cada vez mais, negócios com propósito e que promovam a cura para seus problemas, de modo econômico e sustentável. Em termos práticos, isso significa que a atuação profissional das mulheres em 2021 deve ser pautada, entre outros pontos, por consciência nos processos produtivos.

Digitalização

Pesquisas mostram que as mulheres têm, em média, 35% menos habilidades tecnológicas do que os homens. E para que haja uma inserção feminina no âmbito digital é importante implantar algumas medidas, a exemplo da criação de programas de treinamento e requalificação, incluindo mulheres que estão retornando para a força de trabalho, ampliar o acesso ao networking, reduzir estereótipos de cargos e ocupações, e, especialmente, trabalhar as habilidades de facilitação online. 

“Eu defendo muito que todas as mulheres devem ter a habilidade de facilitar um ambiente de conversa online. Também é muito importante a interação com  profissões muito próximas da tecnologia e que serão úteis em toda e qualquer carreira, a exemplo do design, que deve estar cada vez mais presente em nossas rotinas profissionais. Então já precisamos começar a trilhar esse caminho”, destacou Rafize.

“Workshop Planeje sua carreira solo”

Ter um plano B, que está entre as tendências que se fortalecem entre as mulheres para 2021, envolve muitas vezes transformar os talentos de cada uma em ótimos projetos – e em uma nova carreira. Todo esse processo exige autoconhecimento, planejamento e segurança. Mas por onde começar? O que fazer? Como se posicionar? Depois de realizarem as suas transições de carreira e aprenderem muito com isso, Livia A Antonnelli, Consultora de Imagem e Rafize Santos, Mestra em Filosofia e fundadora da Badass Mentoria, se uniram para compartilhar as suas experiências e  ajudar mulheres a dar os próximos passos rumo a sua carreira solo. Mais informações podem ser obtidas pelo link: https://www.sympla.com.br/workshop-planeje-sua-carreira-solo__1031085 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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