Em alta, indústria de sorvete usa motores elétricos e garante economia no setor

Em alta, indústria de sorvete usa motores elétricos e garante economia no setor

Altas temperaturas no País impulsionam o aumento de consumo em alimentos mais refrescantes, sendo o sorvete o principal. Segundo a ABIS – Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes -, os brasileiros estão em sexto lugar entre os que mais consomem o produto e, como houve registros de cidades com mais de 40 ºC na primavera, a estimativa é que, no verão, o setor tenha R$ 13 bilhões de faturamento anual, de acordo com dados recentes da ABIS, que continue a crescer.

O aumento do consumo se dá em partes devido ao leque de opções, como o açaí, que, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados em setembro deste ano, é um dos produtos que mais teve aumento no consumo nos últimos dez anos. Entretanto, as novidades não se restringem apenas às saborosas opções, mas também passa por transformações na produção do alimento, considerando que a Indústria é o setor que mais consome energia no País.

Mais exigentes, os consumidores estão optando por produtos — e até mesmo sorvetes ¬¬— fabricados através de processos que preservem o meio ambiente, com redução no uso de energia. “Alinhados a esse anseio, os fabricantes estão buscando meios que reduzam o excesso de consumo de energia, pois, gradativamente, contribui para o esgotamento dos recursos naturais. Para evitar o desperdício, as indústrias estão utilizando motores elétricos econômicos, com rendimento IR3 (Rendimento Premium) e com o diferencial da carcaça de alumínio, que melhora a dissipação de calor e reduz o peso do motor para o equipamento”, explica Drauzio Menezes, diretor da Hercules Motores Elétricos (empresa especializada em motores para diversos segmentos).

Com equipamentos modernos e eficientes, cria-se uma nova oportunidade ao empreendedor, que pode oferecer mais opções ao cliente antenado com a sustentabilidade. “Por isso, há empresas do ramo de sorvetes que substituíram a transmissão mecânica por um sistema eletrônico (motor + inversor), o que deixa o equipamento mais eficiente”, destaca Menezes. Assim, a indústria alimentícia tem apostado em inovações tecnológicas para agilizar a produção de maneira que não degrade o meio ambiente.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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