3 dicas para o seu negócio bombar e vender pelo WhatsApp

3 dicas para o seu negócio bombar e vender pelo WhatsApp

Há um bom tempo, o WhatsApp faz parte do cotidiano do brasileiro como uma das principais ferramentas de comunicação. O aplicativo representa uma ponte de conexão entre as pessoas e, também, empresas, proporcionando grandes oportunidades para os negócios, especialmente em tempos de pandemia da Covid-19. Contudo, assim como na modalidade presencial de venda, é sempre muito importante estar atento a algumas boas práticas que ajudam você ou seu time de vendas na hora de um contato dessa natureza.

Para Giovane Gasparin, gerente de pré-vendas pelo WhatsApp da Leads2b (www.leads2b.com.br), startup focada em automatização de vendas B2B, o WhatsApp tem um grande potencial para os negócios, uma vez que quase tudo o que é necessário para uma boa prospecção e atendimento está conectado ao aplicativo.

“Mas para uma empresa prosperar nessa ferramenta, ela precisa entender muito bem seu público e definir as melhores estratégias, sempre seguindo essas regras de boas práticas que certamente vão fazer a diferença na hora de converter”, explica o especialista.

 Para aqueles que se interessam pela possibilidade de conseguir bons negócios pelo WhatsApp, Giovane Gasparin destaca três dicas bem importantes que vão ajudar muito na hora de vender por meio da ferramenta:

 1 – Use o WhatsApp Business

Utilizando o WhatsApp Business, você tem algumas facilidades e oportunidades. É possível fazer, por exemplo, a descrição do seu produto ou serviço acompanhada por imagens. Com essas informações acessíveis, além de passar maior credibilidade aos seus potenciais clientes, eles já podem tirar algumas dúvidas simples só de acessar seu perfil. “Portanto, aproveite para informar no seu perfil dados como localização, tipo da empresa, segmento do negócio, e-mail para contato, link para o site da sua empresa e uma breve descrição de seus produtos/serviços. Outra funcionalidade que você pode aproveitar ao fazer vendas pelo WhatsApp Business é indicar se sua empresa foi verificada, o que certamente aumenta sua credibilidade aos olhos do cliente”, explica Gasparin.

 O WhatsApp Business traz ainda etiquetas exclusivas, ideais para organizar os contatos e as conversas, fazendo uma classificação e mantendo tudo em ordem. Para completar, a ferramenta oferece acesso a algumas métricas, como o número de mensagens entregues, quantidade de mensagens abertas e volume de mensagens lidas. “Dessa forma, você pode mensurar suas ações com KPIs específicos e analisar os resultados, além de conseguir calcular quantas mensagens são necessárias para que seu lead converta uma venda”, detalha o especialista.

2 – Aproveite as facilidades do WhatsApp Pay

As vendas pelo WhatsApp se tornaram ainda mais fáceis com a funcionalidade WhatsApp Pay, que é um recurso que permite efetuar pagamentos com cartões de crédito nas bandeiras Visa e Mastercard e débito nos bancos Nubank, Banco do Brasil e Sicredi. “Importante ressaltar que os serviços de transferência e pagamento não geram taxas para os consumidores e não têm limite de pagamentos para vendas de produtos ou serviços feitos pelo WhatsApp Business. Para receber os pagamentos pelo WhatsApp Business, o usuário precisa criar uma conta Cielo ou conectar uma conta ativa da empresa”, comenta Gasparin.

3 – Cuidados com a abordagem de vendas no WhatsApp

Alguns cuidados são fundamentais ao fazer vendas pelo WhatsApp, principalmente por se tratar de um contato comercial. “Para começar, evite mensagens automática. Elas podem tornar mais impessoal o contato, afastando a confiança do possível cliente. Além disso, cuidado com os textos muito longos, pois eles acabam desmotivando e deixam passar informações importantes. Então, se tiver algo muito complexo e longo para explicar ou comunicar, use o telefone”, sugere o especialista.

Outro erro muito comum é o envio de mensagens em massa ou mensagens padrão. “Depois de alguns episódios no cenário político mundial o sistema do WhatsApp tem formas de identificar isso e, caso identifique alguma anormalidade, pode bloquear seu número”, explica. Segundo Giovane Gasparin, os emojis precisam ser utilizados com moderação, e focados somente em temáticas que façam sentido com a conversa. Uma dica importante fica por conta da mensagem inicial, que não deve conter imagens, pois a chance de a mensagem não ser lida na sequência é muito grande, dificultando o andamento da conversa.

Para completar, o especialista sugere que a ferramenta seja utilizada com equilíbrio, pois ela não pode ser vista como a única forma de contato existente, e destaca que em hipótese alguma uma interação pode ser forçada. “Se a pessoa não te respondeu nas primeiras tentativas é sinal de que ela não quer mesmo falar com você. Isso é normal, portanto, bola para a frente e parta para o próximo contato”, finaliza.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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