Sicredi cria matriz para identificar temas críticos para a sustentabilidade

A sustentabilidade vem ocupando um importante espaço na agenda estratégica do Sicredi, que se dedicou a ouvir os seus principais públicos para identificar os temas prioritários para o seu desempenho. A consulta resultou na construção da matriz de materialidade, no ano passado. Ela integra o Relatório de Sustentabilidade de 2014 da instituição financeira cooperativa, ajudando a embasar a definição do conteúdo do relatório e servindo de diagnóstico para os gestores.

A construção da matriz de materialidade contou com o apoio de uma consultoria externa para mapear a visão interna e externa sobre a instituição e o alcance de seus impactos. Nela, estão registrados os 20 temas apontados pelos stakeholders como mais importantes. A partir da matriz de materialidade, os gestores definiram as atividades e processos que farão parte da governança de sustentabilidade, sendo possível elaborar os planos do Sicredi, gerenciar os pontos críticos, estabelecer metas e planos de ação, e priorizar os temas que interessam aos associados.

“O próximo passo será o desenvolvimento das ferramentas de mensuração e o desdobramento dos temas para os projetos e as cooperativas do Sistema, para que possam ser acompanhados e medidos de forma consistente, além de demonstrados de maneira transparente para todos os públicos de interesse”, afirma Edson Georges Nassar, CEO do Banco Cooperativo, da Confederação e da Fundação Sicredi.

Todo o processo foi reconhecido com o prêmio Concred Verde, promovido pela Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras), que estimula práticas sustentáveis entre as instituições de crédito cooperativas nacionais.

Mais informações sobre a matriz de materialidade estão no Relatório de Sustentabilidade 2014, disponível no site sicredi.com.br/conheca-o-sicredi/sustentabilidade.

Os dados do Relatório de Sustentabilidade 2014 do Sicredi foram verificados por auditoria externa da EY (Ernst & Young) e pela GRI (Global Reporting Initiative). A checagem atestou que há uma definição clara dos temas materiais, seus limites e informações sobre o engajamento dos stakeholders.

Neste ano, a instituição utilizou a nova metodologia G4 desenvolvida pela GRI, que trouxe mudanças na forma de relatar. O novo modelo busca evidenciar para os leitores quais são os temas críticos entre os econômicos, sociais e ambientais para a perenidade do negócio, segundo os stakeholders. Os dois primeiros relatórios de sustentabilidade publicados pelo Sicredi, em 2012 e 2013, também acompanharam as diretrizes da GRI, na versão G3.1.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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