Três atrativos que os profissionais de TI buscam no mercado

TIO mercado de Tecnologia da Informação é considerado o trabalho dos sonhos para muitos profissionais que cresceram dentro do mundo da tecnologia. Mas será que o mercado brasileiro está em linha com o que acontece em outros mercados em termos de salários e estrutura de trabalho? O que os profissionais da chamada geração Y (que cresceu em uma época de grandes avanços tecnológicos, prosperidade econômica e facilidade material) buscam nos jobs?

Rafaela Vita, coordenadora técnica da Klasse! Tech Talents, unidade focada em recrutamento e seleção na área de tecnologia, explica que no Brasil há diferenças em termos de ganhos dependendo da região em que a pessoa trabalha. “Uma pesquisa do Vale do Silício mostra que a média salarial do Brasil é parecida com a dos Estados Unidos, mas temos que entender que os custos de vida são muito diferentes. Há uma pesquisa da Brascoom que colocam as médias salariais mais altas e nesse levantamento é possível perceber que existem alguns pólos e áreas de TI que estão em destaque quando analisamos a remuneração” aponta a especialista da Klasse! Tech Talents.

Rafaela identificou três atrativos que os profissionais da geração Y buscam no mercado de trabalho:

Envolvimento em projetos – “A estabilidade não é o principal para um profissional na área de tecnologia. Hoje é mais importante do que ter estabilidade é estar envolvido em projetos de tecnologia de ponta que agregue novos conhecimentos. Em contrapartida muitas empresas que contratam TECH, continuam valorizando profissionais com estabilidade profissional”.

Reconhecimento/ Valorização/ Investimento por parte da empresa – “É de suma importância o reconhecimento rápido e mensurável, seja por investimento em certificações e capacitação técnica, oportunidade de estar envolvido em projetos estratégicos, novas tecnologias, envolvimento em decisões cada vez mais amplos e oportunidade de crescimento na empresa”.

Benefícios – “Outro motivador de retenção são os benefícios indiretos: flexibilidade de horário, visibilidade na empresa, novas tecnologias, ambiente de trabalho dentre outros.”

Salários melhores chamam mais profissionais. Quem escolhe trabalhar com TI já percebeu que os ganhos melhoraram com o passar dos anos. “Ocorreu nos últimos anos aqui no Brasil um ‘aquecimento’ do nível salarial dos profissionais de tecnologia, principalmente porque a oferta esteve maior do que a demanda. Mesmo o profissional não tendo toda a experiência técnica necessária para a função já estava enquadrado em uma faixa salarial acima de seu background técnico” ilustra Rafaela Vita.

A coordenadora técnica da Klasse! Tech Talents explica que é um desafio para as empresas identificarem profissionais qualificados dentro da remuneração proposta. Dente as saídas encontradas, as que Rafaela mais percebe foi identificar profissionais juniores e desenvolver internamente, revisar plano de cargos e salários, propor benefícios complementares como estudo, horário de trabalho flexível, novas certificações ou modelo de contratações diferenciadas como algumas empresas chamaram de “clt flex”.

gráfico - salário - TI

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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