Sorveteria é uma alternativa de negócio em franco crescimento e que exige baixo investimento

Quem gosta de sorvete consome o ano inteiro.
Quem gosta de sorvete consome o ano inteiro.

De fácil elaboração e combinação de sabores, o sorvete vem se tornando uma alternativa de negócio em franco crescimento. Uma alternativa de negócio pode ser concretizada com a comercialização dos produtos fornecidos por terceiros ou a instalação de máquinas de sorvete expresso. E, mesmo no Sul do País, onde o inverno é rigoroso, o consumo não é totalmente inviabilizado, pois quem gosta de sorvete consome o ano inteiro. Porém, as variações de clima vão exigir dos empreendedores um esforço maior e muita criatividade para atrair os consumidores.

O empreendedor que quer investir neste segmento, deve estar consciente que terá um mercado bastante concorrido pela frente.  Só para se ter uma ideia, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (ABIS), existem em todo o Brasil, cerca de 10 mil fabricantes de sorvetes. Mas, o que anima, é que ainda há um bom espaço para crescer. Isso porque, o Brasil ocupa a 10ª posição no ranking mundial de consumo de sorvetes, perdendo para países de clima gelado como Canadá, França e Suíça. E ao longo dos anos, o consumo per capita do produto vem crescendo. No ano passado, por exemplo, cada brasileiro consumiu 6,43 litros, contra 3,89 litros de dez anos atrás.

gráfico sorveteQuanto à escolha do local para a instalação da sorveteria, tudo dependerá da definição do modelo de negócio, ou seja, se será um ponto de venda com fabricação própria ou somente a revenda do produto. O empreendedor também deve analisar quais as características da população que está ao seu entorno, identificando classes sociais predominantes, poder aquisitivo, frequência e volume do trânsito das pessoas, assim como potenciais concorrentes e fornecedores para o seu negócio.
Já o investimento irá variar de acordo com o modelo de negócio definido pelo empreendedor. Mas, segundo cálculos dos consultores do Sebrae, para a montagem de uma pequena sorveteria em um imóvel alugado de 40m², o investimento inicial é de apenas R$ 35 mil.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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