Rotisseria é um mercado em expansão, mas que exige conhecimento do empreendedor

Uma rotisseria para ser bem sucedida deve oferecer diversas variedades de refeições.
Uma rotisseria para ser bem sucedida deve oferecer diversas variedades de refeições.

As rotisserias, que são lojas especializadas em refeições, antepastos, frios, saladas, molhos e sobremesas, para o consumo em casa, são uma ótima opção para quem não quer ou não pode cozinhar, mas gosta de comer bem. Esse é um mercado em fase de expansão e que se torna bastante atrativo, pela introdução de produtos dirigidos à rápida e fácil manipulação para o preparo de refeições, bem como as inovações nas técnicas de administração e de segurança alimentar, reduzindo custos, diminuindo perdas e incentivando a transformação de hábitos.

Os empreendedores que pretendem ingressar nesse negócio poderão optar por três modelos de funcionamento, que são as rotisserias em supermercados e hipermercados, lojas independentes e restaurantes.

Uma rotisseria para ser bem sucedida deve oferecer diversas variedades de refeições, podendo chegar a 80 pratos prontos para o consumo, desde antepasto, assados variados, entradas, molhos, vários pratos à base de aves, carnes, peixes, acompanhamentos, tortas doces e salgadas, sobremesas, e uma boa variedade de salgados. A rotisseria também pode atender diversos segmentos de clientes como pessoas físicas, buffets, restaurantes, hotéis e até hospitais. Só para se ter uma ideia, o setor de rotisserias em supermercados e hipermercados representa 5,7% do faturamento da loja.

Quanto à localização da rotisseria, este é um item muito importante para o sucesso do negócio. A loja deve estar localizada em ruas de grande fluxo de pessoas e veículos ou em cruzamentos, para onde fluem pessoas de diversas regiões da cidade. A existência de estacionamento no local é outro fator fundamental para esse tipo de negócio.

Já o investimento para montar uma rotisseria não é baixo. Segundo cálculos do Sebrae, o empreendedor deverá dispor de R$ 150 mil para iniciar o negócio em imóvel alugado. Neste valor está incluída a importância de R$ 30 mil para capital de giro.

Por último, é importante lembrar que vender alimentos, apesar de parecer uma atividade simples, exige do empreendedor um conhecimento aprofundado dos produtos que está comercializando. Nesse sentido, o empresário deve ter uma formação especializada do setor e conhecer o que os seus concorrentes estão oferecendo. Um nutricionista deve ser contratado para elaborar cardápios equilibrados e saudáveis.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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