Pesquisa aponta OLX como líder do consumo colaborativo no Brasil
A OLX lidera, pela segunda vez, o ranking de empresas representantes do consumo colaborativo no Brasil. Na edição de 2017 da pesquisa Radar de Consumo Colaborativo, realizada pelo instituto de pesquisa e opinião pública Market Analysis em nove capitais do país, a OLX foi a marca com maior número de citações espontâneas como empresa exemplo do consumo colaborativo (10,8% dos entrevistados).
“A OLX tem como missão estimular e facilitar o consumo colaborativo no país, aproximando pessoas, fortalecendo as comunidades e incentivando o brasileiro a pensar de forma mais sustentável”, afirma Andries Oudshoorn, CEO da OLX Brasil. O executivo reforça que a compra e venda de produtos usados traz benefícios para todos pois “o vendedor desapega de um produto que não é mais útil e consegue uma renda extra para realizar planos e projetos pessoais; o comprador adquire produtos em condições mais acessíveis; as transações aproximam as pessoas e geram movimentação financeira nas comunidades; e o ciclo de vida útil de um produto é prolongado, reduzindo o impacto ambiental do descarte”.
Para 47% dos participantes da pesquisa, a OLX é a empresa que mais contribui para a prática do consumo compartilhado no País e 45% dos entrevistados acreditam que a empresa colabora de alguma forma com esse movimento.
Entre os consumidores que costumam se envolver em práticas de consumo compartilhado (8% da população), o conhecimento da OLX atinge praticamente a totalidade – 97% conhecem a empresa e 38% acessam a plataforma com regularidade, ou seja, 4 em cada 10 pessoas acessam o site com frequência. Para os entrevistados, a empresa desempenha um papel importante no estímulo a um novo hábito de compra e venda de produtos usados, ajuda a prolongar a vida útil dos objetos e permite uma cultura de consumo sustentável.
Os itens mais associados à nova forma de consumo estimulada pela OLX são celulares, eletrodomésticos e eletrônicos, com destaque também para automóveis, móveis e roupas.
O estudo conclui que houve, de forma geral, um crescimento significativo da familiaridade do brasileiro com o conceito de consumo colaborativo. De acordo com a pesquisa, atualmente 26% dos brasileiros que vivem em grandes centros urbanos conhecem o consumo colaborativo ou compartilhado. Em 2015, quando o Radar de Consumo Colaborativo foi realizado pela primeira vez, a prática era conhecida por 20% dos entrevistados. O aumento foi registrado principalmente entre consumidores das classes média e alta, com maior nível de escolaridade.
Na prática, 8% dos brasileiros realizam o consumo colaborativo conscientemente, número que sobe para 22% quando considerada também a prática feita de forma inconsciente. A pesquisa revela também que a venda e a troca de produtos usados é a forma de consumo compartilhado mais praticada pelos consumidores, citada por 56% dos entrevistados. Os itens mais associados a essa prática foram celulares (22%), Roupas e Acessórios (20%) e Móveis (20%)
A maioria dos entrevistados concorda totalmente com a afirmação de que o consumo colaborativo é uma opção inteligente (65%), uma novidade positiva (59%) e uma forma de ajudar a poupar recursos naturais (50%).
O Radar do Consumo Colaborativo foi realizado em nove capitais do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Brasília e Goiânia) com 810 entrevistados entre março e abril deste ano.


