Crescimento dos esportes de aventura impulsiona a abertura de lojas de grandes marcas internacionais em Curitiba

Os esportes de aventura que englobam diversas atividades ao ar livre, também conhecido como esportes outdoor, que incluem atividades como o camping, rapel, caminhadas em montanhas ou trilhas, escalada, slackline, entre outros, vem crescendo no Brasil. De olho neste mercado, grandes marcas mundiais de roupas outdoor passaram a investir no nosso mercado e estão bastante satisfeitas com os resultados obtidos nos três últimos anos.
Estes esportes exigem roupas e calçados especiais e com alta tecnologia. A marca norte-americana Columbia Sportswear Company fabricante de produtos para práticas de atividades ao ar livre e de aventura escolheu Curitiba para instalar a sua primeira unidade conceito no Brasil, que já está funcionando no ParkShoppingBarigüi. Eu conversei com o gerente comercial da Columbia no Brasil, Rafael Pereira, e ele me disse que o mercado de roupas de outdoor cresce em média, entre 8% e 10% ao ano, mas no caso da Columbia, que até então trabalhava com 340 postos de revenda no território brasileiro, cresceu 27% só no primeiro semestre do ano e para o verão está esperando um aumento nas vendas entre 8% e 10%.
O gerente da Columbia me explicou que a empresa norte-americana está completando 80 anos e para entrar o mercado brasileiro como loja optou pelo Sul do País, sendo que Curitiba foi escolhida por ser a cidade que estava mais acessível para investimentos. A segunda loja brasileira da Columbia foi inaugurada recentemente na cidade de Gramado, dentro do Snowland, e como os negócios estão promissores, para o início de 2019 outras duas unidades serão abertas nas cidades de São Paulo e Porto Alegre. A empresa entende que a cultura do Sul e Sudeste do Brasil combina com a Columbia e isso ocorre não somente pela questão do clima, mas também pelas atividades ao ar livre, junto ao meio ambiente, que fazem parte da cultura de toda a região.
Eu perguntei ao gerente da Columbia sobre qual o impacto da alta do dólar sobre o preço das mercadorias vendidas e ele me disse que na coleção verão da marca, que chegou com três meses de antecedência, haverá um reajuste entre 8% e 10%. Já para a coleção inverno 2019, que começará a chegar em dezembro, tudo dependerá do comportamento do dólar depois das eleições, mas certamente o repasse ficará entre 15% e 20%.








