5 motivos para adotar a indústria 4.0 no curto prazo

5 motivos para adotar a indústria 4.0 no curto prazo

Com os avanços no uso de ferramentas digitais na linha de produção industrial e a chegada à chamada indústria 4.0, diversos questionamentos sobre sua aplicação e consequências têm sido levantados e discutidos. De acordo com a Minsait, uma companhia da Indra, o potencial econômico de digitalização da indústria global deve representar um mercado de US$ 1,2 a US$ 3,7 trilhões em 2025.

Nesse cenário, como saber em quais áreas investir? Para a Minsait, é preciso identificar as tendências que terão maior impacto dentro da empresa em curto prazo. Com base na experiência em mercados variados, a companhia elencou cinco benefícios que devem marcar o desenvolvimento da transformação digital da indústria nesse período:

1. Capacidade de visão integrada e apoio à tomada de decisão

Com o controle de processos em tempo real, será possível identificar quaisquer desvios e áreas de oportunidade para aumentar a eficiência e construir novas áreas de negócio. A tecnologia possibilitará a tomada de decisão ágil e permitirá que ações preventivas sejam programadas para operação semiautomática.

2. Rastreabilidade da cadeia de supply chain

A rastreabilidade da cadeia de supply chain em tempo real vai trazer como benefícios a redução de incertezas e aumento na eficiência em geral. Um exemplo prático disso é o uso de sensores no transporte, com a integração de dados em tempo real e informações reunidas a partir de áreas variadas que ajudam a otimizar processos, identificar desvios, tomar decisões para antecipar consequências e aumentar os níveis de qualidade do serviço.

3. Analytics orientado a resultados

A aplicação de advanced analytics nos negócios industriais tornará possível obter melhorias em qualidade e custos, bem como novas funcionalidades em áreas de relacionamento com o cliente, por exemplo, entendendo o comportamento de uso dos produtos e serviços e antecipando padrões que possam prejudicar o nível de qualidade com muito mais antecedência, permitindo a correção de possíveis falhas.

4. Trabalho focado em valor

Realidade aumentada ou soluções virtuais vão proporcionar aos trabalhadores focar em tarefas com maior valor agregado, já que toda a informação necessária para os processos estará acessível remotamente e através de ambientes inteligentes. Técnicas como a gamificação devem oferecer novas capacidades de treinamento. A próxima geração de robôs e automações vai se integrar com tarefas humanas de maneira mais ágil, eficiente e segura, levando a produtividade a níveis mais altos.

5. Eficiência de energia

O monitoramento em tempo real de consumo de energia e a geração de regras analíticas avançadas vão permitir uma redução dramática de consumo de energia em complexos industriais. O monitoramento e otimização serão estendidos a fluxos e processos, permitindo aumento na precisão da contabilidade e melhoria geral nos custos operacionais.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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