Indústria do som automotivo aposta na exportação para alavancar mercado em 2019

Indústria do som automotivo aposta na exportação para alavancar mercado em 2019

A exemplo de outros países do mundo, o Brasil precisa se organizar para que os negócios com som automotivo voltem a crescer e a gerar empregos. O cenário atual, de queda nas vendas no mercado interno, está levando o país – segundo maior produtor de alto falantes do planeta, atrás apenas da China – a buscar a exportação para alavancar as vendas dos produtos.

O Brasil conta com mais de 237 indústrias no setor de áudio automotivo entre alto falantes, amplificadores, carcaças, conectores e toda a cadeia produtiva, além de mais de 35 mil postos de instalação destes equipamentos empregando por volta de 300 mil pessoas.

Um dos nichos mais importantes dessa rede é o som para competição. “Em países desenvolvidos, há regras claras para o volume do som, e as autoridades reconhecem a importância da indústria e setor de serviço para a economia”, explica Daniel Neves, presidente da Anafima – Associação Nacional da Indústria da Música e Áudio Profissional.

Fenômeno no mundo todo, as competições entre carros de som são eventos que geram economia para a indústria e setor de serviços. No Brasil, por serem feitas de forma desorganizada, acabaram por gerar proibições que atrapalham muito o mercado, na avaliação da Anafima.

O mau uso do som automotivo reduz drasticamente o potencial de venda no Brasil da modalidade de sons potentes projetados para o exterior do automóvel, chamada “PA/Profissional”. Essa especialidade representa 50% do mercado de som automotivo profissional, atraindo consumidores que gostam de competições de potência sonora.

Aposta na exportação

Enquanto isso, para compensar a queda de 35% nas vendas no mercado interno, a indústria brasileira tem sido reconhecida no exterior como uma fonte de produtos de média e alta qualidade. América do Norte, Europa e América Latina são os principais destinos das exportações brasileiras no segmento.

“Entendemos que as indústrias menores devem iniciar seu processo de capacitação para exportação. A mentalidade de abertura para o mercado externo é importante”, defende Daniel Neves, da Anafima.

O som automotivo é um dos principais pilares da associação, criada no início do século pelas empresas do setor de áudio profissional, áudio automotivo, luthieria e instrumentos músicas que, associadas, representam 85% do mercado.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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