Mercado de delivery não para de crescer e empresas do setor buscam especialização para melhorar o atendimento

Mercado de delivery não para de crescer e empresas do setor buscam especialização para melhorar o atendimento

Cada vez mais empreendedores brasileiros estão optando por trabalhar com a modalidade de delivery, o que faz com que este segmento registre crescimentos expressivos. Só no ano passado, o setor cresceu 20%, segundo dados da Consultoria Euromonitor. Os custos operacionais mais baixos, bem como as facilidades que a internet traz para solucionar problemas de logística, atraíram vários estabelecimentos, principalmente do setor de alimentação, que passaram a oferecer também a opção delivery aos seus clientes.

Quem é dono de restaurante, pizzaria, lanchonete ou bar e está buscando uma forma de melhor atender às necessidades de seus clientes sem aumentar custos de produção, o delivery é uma boa pedida. Eu conversei com alguns consultores de varejo e eles me disseram que uma das vantagens do delivery é que os investimentos para esse tipo de operação são bem menores do que os necessários para o atendimento num restaurante físico. Ou seja, um restaurante que foca em atendimento delivery não precisa se preocupar com um amplo espaço para estacionamento ou com a sua localização, por exemplo. Além disso, o serviço de entrega de comida demanda menor investimento em mão de obra.

E de uns tempos para cá, os aplicativos de delivery se tornaram quase que uma obrigação para restaurantes e bares. Entre as vantagens de contar com um aplicativo estão a possibilidade de armazenar os dados do cliente automaticamente; não há perda de pedidos por conta de linhas congestionadas e se o aplicativo for integrado a um sistema de restaurante de qualidade, não é necessário ter nenhum funcionário para pegar os pedidos, que vão direto para a cozinha ou bar.

Agora, para ter sucesso com as vendas via internet, os empresários devem considerar alguns pontos. O primeiro deles é colocar os endereços e áreas de entrega no aplicativo ou site, para que o cliente possa sentir segurança, caso seja o primeiro contato; outro item importante é caprichar nas fotos do cardápio digital; o terceiro ponto é optar por um aplicativo que informe as áreas de entrega do produto antes que o cliente faça o pedido e por fim deixar os certificados de transação bancária segura em destaque no site e aplicativo.

Para ser incluído nos aplicativos de delivery do tipo marketplace, o empresário não precisa investir dinheiro. Entretanto, terá que pagar taxas, que variam entre 12% e 15%, em cada pedido realizado pelo aplicativo. Além disso, algumas empresas, além da comissão, também cobram mensalidades dos restaurantes cadastrados.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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