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5 ações de segurança que são fundamentais para a produtividade de uma empresa

Pesquisa da Pwc aponta que 40% dos entrevistados citam a interrupção das operações como a principal consequência de um ciberataque. Ao reduzir a possibilidade de uma empresa ser vítima de um incidente, a segurança da informação pode garantir a melhoria na produtividade das equipes. Sabendo disso, a ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, destaca alguns hábitos que podem fazer a diferença ao proteger os ativos de uma empresa.

Realizar backup das informações

Perder o acesso a arquivos importantes pode ter consequências tão graves para a produtividade que podem até levar à falência de uma empresa. Além de fazer um backup das informações, é fundamental dedicar tempo suficiente para fazê-lo corretamente (estabelecer uma periodicidade, levar em conta o suporte, etc), já que não realizar esse backup da maneira correta pode significar tanto a perda de informações como de tempo.

Ter uma política de atualização de software

Assim como não contar com um backup de informações valiosas, não ter uma política de atualização que garanta a instalação de patches de segurança para as ferramentas usadas pode significar exposição a um ataque ou incidente de segurança. Basta lembrar o que aconteceu com o surto do WannaCry, um ransomware que explorou uma vulnerabilidade no Windows para a qual a Microsoft já havia lançado um patch de segurança que a corrigia, mas exigia que os usuários atualizassem seus sistemas para instalá-lo. No entanto, como muitos computadores não realizaram a atualização, acabaram sofrendo as consequências do ransomware.

É importante ter em conta que todo software provavelmente precisa de atualizações de segurança. Por meio dessas atualizações, os fabricantes adicionam melhorias aos produtos, corrigem erros e reparam falhas de segurança. Portanto, ter a atualização mais recente pode evitar ser vítima de uma tentativa de ataque que busca roubar informações ou dados de acesso.

Contar com um plano de resposta a incidentes

Ter um plano de resposta a incidentes significa contar com ferramentas para tentar recuperar a operação normal de uma empresa no menor tempo possível, de forma que a produtividade não seja prejudicada; bem como a sua imagem ou outras consequências, como as que podem resultar de um incidente de segurança. Neste sentido, essa ferramenta, que geralmente faz parte de um Sistema de Gerenciamento de Segurança da Informação, funciona como uma diretriz das etapas a serem tomadas para responder apropriadamente em diferentes cenários em que os dados de uma empresa estão em risco.

Realizar capacitações de segurança

A capacitação é a chave para evitar incidentes de segurança, já que o ser humano pode acabar sendo o elo mais vulnerável na estrutura de segurança de uma empresa. Segundo dados publicados no final de 2018 de um estudo realizado pela IBM, 95% dos incidentes de segurança cibernética se devem a erros humanos. A capacitação é um pilar fundamental para reduzir o risco de incidentes. Portanto, oferecer as ferramentas para os colaboradores aprenderem a reconhecer as técnicas de fraude usadas pelos cibercriminosos, como as técnicas de engenharia social, ajuda a reduzir os riscos.

Configurar os acessos de acordo com o princípio do menor privilégio

Conforme explicado pelo pesquisador de segurança da ESET, Miguel Ángel Mendoza, a estratégia de limitar o acesso ao que é essencial, conhecida como o princípio do menor privilégio, baseia-se na ideia de conceder apenas autorizações quando elas são necessárias para a realização de certa atividade. Desta forma, dedicar tempo e esforço a esse modelo reduz o grau de exposição a incidentes ao reduzir ao mínimo possível as permissões de acesso. No entanto, é necessário estar atento para o fato de que essa limitação de acesso não acabe afetando as necessidades de cada profissional da empresa, pois, caso contrário, pode acabar afetango sua produtividade.

Resumindo, as ações que visam reduzir os riscos representam uma melhoria para a produtividade, ao reduzir as probabilidades de que uma ameaça possa prejudicar o funcionamento normal de uma empresa, embora devam ser realizadas de tal forma que as próprias ações não afetem de forma negativa a dinâmica do trabalho.

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Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
https://www.miriangasparin.com.br

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