No Dia da Cachaça, desvende como produzir e degustar a bebida mais típica do Brasil

No Dia da Cachaça, desvende como produzir e degustar a bebida mais típica do Brasil

No dia 13 de setembro é comemorado o Dia Nacional da Cachaça. A data foi criada pelo Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), em 2009. Pegando carona na celebração, a Água Doce Sabores do Brasil decidiu produzir uma web-série com um guia que traz preciosas informações sobre como plantar a cana-de-açúcar, produzir a cachaça artesanalmente e, principalmente, como degustar a mais típica das bebidas brasileiras. Com quatro capítulos, a websérie está disponível redes sociais da rede de franquias e conta com dicas e recomendações concedidas por Delfino Golfeto, empreendedor, fundador do Grupo Água Doce – Sabores do Brasil e especialista que trabalha com cachaça há mais de 30 anos.

Tudo começa na roça, já que uma cachaça de qualidade depende do bom preparo do solo, rico e bem cuidado. Além disso, a fermentação precisa ser perfeita e a destilação deve ser realizada com muita atenção, principalmente com base no teor alcóolico. Segundo Delfino, a cana deve ser colhida no momento certo, quando a quantidade de açúcar atinge seu ponto máximo de maturação. “Na produção da cachaça artesanal tudo tem que ser feito com muito carinho, de pouco em pouco, por isso é importante que o transporte também seja feito em pequenas quantidades”, revela.

A próxima etapa é a fermentação, processo que transforma o açúcar da cana em álcool. É neste momento que definimos a qualidade da cachaça. Em seguida, chega o momento de efetuar a destilação. O resultado é uma bebida límpida, cristalina e incolor, ou seja, a famosa branquinha!

“Nesse momento, você já pode bebê-la, mas as branquinhas podem ser descansadas em barris de madeira neutra. Ou, se preferir, você pode também envelhecer a cachaça, em barris de madeiras nobres, tornando-a aromática e colorida”, revela o fundador da Água Doce. Enfim pronta, chegou a hora da degustação. Para isso, basta colocar a cachaça em um copo. Primeiro, sinta o aroma dela, dessa forma é possível identificar se ela é de boa qualidade, já que se agredir seu nariz, trata-se de uma cachaça muito ácida, e isso não é bom sinal. Outros fatores a serem avaliados são a presença de bolhas, transparência, oleosidade e frutosidade.

Para saborear uma boa cachaça, a Água Doce Sabores do Brasil conta com o cardápio mais completo do País, com mais de 100 rótulos que podem ser degustadas nas unidades da rede.

Para celebrar a data em grande estilo

Desde as raízes há quase 30 anos, a Água Doce tem dedicado um carinho especial à bebida genuinamente brasileira. Como parte das festividades, a rede promove um concurso que premiará um cliente com uma garrafa de Havana, uma das cachaças mais caras do mundo. Para participar, basta os clientes tirarem uma foto em um dos restaurantes da Água Doce, com uma combinação entre cachaça e algum prato ou porção. Em seguida, é preciso postar a imagem no Instagram com a hashtag #CombinaComCachaça. O grande vencedor será o consumidor que efetuar a harmonização mais criativa. Vale ressaltar que o Instagram precisa estar em modo público para que a foto possa concorrer e que é proibida a participação de menores de 18 anos.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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