Saiba quais são os principais erros que levam as pequenas empresas e startups à morte prematura

Saiba quais são os principais erros que levam as pequenas empresas e startups à morte prematura

Gerir o próprio negócio é um desafio. Há diversos problemas para resolver, organizações a fazer e contas para pagar. Os erros são frequentes. Segundo dados do Sebrae, juntamente com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, cerca de 30% das startups encerraram as atividades ainda em estágio inicial.

“A falta de tempo para planejamento, a dificuldade de definir prioridades e a cultura de não se atrair pelas finanças levam muitos pequenos empreendedores às escolhas erradas”, explica Deniane Bezerra, fundadora e CEO da Vibratto, empresa especializada na terceirização financeira de startups e PMEs.

Ao longo dos últimos anos, a executiva vem ajudando novos empreendedores a começarem tudo do jeito certo. Com o serviço da Vibratto eles podem deixar toda a parte burocrática, de fluxo de caixa, contas a pagar e receber com eles. É uma forma de evitar o efeito “bola de neve” nas contas e também um antídoto para a morte prematura de PMEs, que muitas vezes ocorre por falta de informação.

Segundo Deniane, os principais erros na gestão de uma PME ou startup vão desde misturar as finanças pessoais com as empresariais até não criar ou atentar-se ao planejamento financeiro.

A CEO da Vibratto, formada em Administração, também tem MBA em Planejamento e Gestão Tributária pela FGV-SP; Coaching e PNL Master Practitioner, ambos pela Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística, elencou algumas dicas para ajudar os empreendedores na gestão financeira de seus negócios. Confira!

Cuidados e organização no começo

“Sabemos que no início de qualquer negócio o empreendedor muitas vezes precisa ‘se virar nos trinta’ para fazer tudo. A fase de definir prioridades pode tomar um pouco de tempo. O ganho, em longo prazo, com este cuidado é enorme. Um bom planejamento estratégico permite uma visão mais ampliada e consistente para tomadas de decisão precisas no gerenciamento financeiro. O empreendedor pode começar organizando as informações financeiras em um sistema de gestão e, claro, criar a cultura de olhar e criticar os números e ir promovendo os ajustes necessários”.

Como evitar a morte prematura de empresas?

“O empreendedor pode começar com a organização financeira para detalhar as entradas e saídas dos recursos. Além disso, a ajuda profissional pode ser muito útil para enxergar pontos cegos, enxugar custos e criar mais tempo para a gestão do negócio. Em tempos de crise e de mudanças extremamente repentinas, ter um planejamento financeiro bem desenhado deixa de ser uma escolha para tornar-se vital. Mais do que isso, não adianta fazê-lo e guardá-lo na gaveta, é indispensável segui-lo, observando o que pode ser aprimorado e direcionando sua energia para o que gera mais lucro para a empresa”.

Olho no budget

“Atenção ao orçamento estipulado é primordial. Estipule um budget máximo para cada setor do seu negócio de acordo com o seu fluxo de caixa. E o mais importante: resista à tentação de sair comprando sem antes ter certeza de que realmente terá receita suficiente ao longo dos meses para quitar”.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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