Home office traz vantagens a profissionais e empresários

Home office traz vantagens a profissionais e empresários
Businessman hands using cell phone with laptop at office desk.

Nas últimas semanas, o Brasil registrou um forte aumento no número de casos de pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Em meio à pandemia, a orientação das empresas, quando possível, tem sido optar pelo home office, isto é, o trabalho remoto.

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Para a professora de Administração da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio, Nayara Cardoso (foto), a montagem de um escritório em casa oferece vantagens e desvantagens que devem ser analisadas do ponto de vista pessoal e profissional.

Entre os fatores prós estão:

· Maior independência na realização de tarefas
· Redução do estresse no deslocamento, normalmente provocado pelo trânsito e
utilização de transporte público, e no momento provocado pelo risco de contaminação.
· Conforto no ambiente de trabalho
· Horários mais flexíveis
· Maior privacidade profissional
· Flexibilidade no planejamento das próprias atividades

Cabe lembrar que é necessário ter disciplina e organização para fazer dar certo.

Segundo a professora, há ainda benefícios que podem ser atrativos para os empresários. “É importante ressaltar que para as empresas a redução de custos também é uma vantagem. A diminuição de gastos com aluguel, transporte, refeição e infraestrutura podem ser bons motivos para optar pelo trabalho remoto”, analisa.

Para as companhias, ela ainda lista como pontos positivos:

· Facilidade na obtenção de franquias que não exigem pontos
comerciais
· Redução de gastos com taxas, encargos e impostos
· Economia com empregados e encargos sociais
· Vantagens fiscais para as microempresas
· Oferecimento de produtos e serviços melhores, com custos menores

Optar pelo trabalho remoto, no entanto, também traz algumas desvantagens. Para a professora da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio, entre os pontos negativos estão:

· Perda da privacidade pessoal
· Possibilidade de misturar ambiente doméstico com o ambiente de
trabalho
· Indefinição de horários de trabalho e lazer, se não houver
planejamento
· Tendência ao isolamento social
· Ambiente de trabalho confinado
· Diminuição de trocas profissionais
· Interferência de assuntos domésticos nos assuntos profissionais

Apesar das desvantagens, para a professora Nayara, é preciso avaliar os prós e contras e testar quais áreas e/ou funções da empresa podem de fato, funcionar remotamente. É necessário testar primeiro antes dele ser implementado.

“Cada companhia irá se adaptar melhor a um determinado tipo de gestão de trabalho. O mais importante é testar o sistema de trabalho remoto antes da implementação, monitorando os resultados e a produtividade da equipe para diagnosticar se a dinâmica está realmente funcionando para a empresa”, analisa.

“É muito importante levar em consideração a cultura organizacional e a relação com os colaboradores. Programas envolvendo gestão de mudança serão necessários, assim como treinamento para dar suporte. É uma mudança que afeta a todos e de varias formas. É uma mudança de mindset”, diz a professora.

A professora, no entanto, alerta para a necessidade de se fazer home office em meio ao surto de casos de coronavírus. “Na atual situação, o mais importante é seguir as orientações das autoridades e profissionais da saúde e optar pelo isolamento social e trabalho de casa sempre que possível para conter a pandemia”, conclui.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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