Mercado de TI deve crescer mais de 20% este ano, mas o problema é a falta de profissionais qualificados

Mercado de TI deve crescer mais de 20% este ano, mas o problema é a falta de profissionais qualificados

Com a Transformação Digital, o mercado de tecnologia é um dos que mais vem crescendo e passando por constante desenvolvimento. Até o final deste ano, uma boa parte das empresas brasileiras vai implementar Inteligência Artificial em seu modelo de negócio. E todo esse crescimento demanda a contratação de profissionais, que são insuficientes para atender a demanda.

De acordo com um relatório elaborado pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, a demanda de empregos em Tecnologia demandará 420 mil profissionais até 2024. Considerando que o período analisado é de seis anos, isso significa que serão contratados 70 mil profissionais por ano, o que significa a necessidade de formação profissional a curto prazo. Ainda de acordo com esse relatório, o Brasil forma anualmente 46 mil com perfil tecnológico. Ou seja, o mercado brasileiro ainda não consegue suprir a demanda de mão-de-obra.

No caso específico de Curitiba, a expansão no setor de tecnologia tem atraído mais que investidores, startups e empresas inovadoras. O mercado busca por profissionais especializados que desejam ter qualidade de vida além do crescimento profissional inerente ao setor na cidade.

Eu conversei com o diretor da empresa curitibana Nexcore Tecnologia, Ricardo Zanlorenzi (foto), e ele me disse que é grande a carência de profissionais qualificados. A sua empresa, por exemplo, há três anos não consegue fechar as vagas de desenvolvedor de software. A solução que tem encontrado é treinar e formar esses profissionais na empresa.

De acordo com Zanlorenzi, o mercado de TI cresceu entre 19% e 20%, no ano passado, e para 2020 a projeção é de um avanço de mais  de 20%. O diretor da Nexcore destaca que as pessoas estão cada vez mais conectadas e as empresas têm que atender no maior número de canais. Tudo isso vem criando uma enorme dependência da tecnologia.

Formação profissional

Para quem deseja trabalhar na área de Tecnologia, o requisito básico é buscar por formação profissional. No entanto, outros fatores também podem auxiliar no processo de contratação.

Para o diretor executivo da empresa curitibana Gateware, Francisco Luiz Ferreira, é necessário ter comprometimento para conseguir experiência prática no ramo. Segundo o executivo, o mercado de Curitiba tem profissionais com boa formação, mas poucos têm experiência prática.

Algumas empresas buscam por profissionais com carreira estabelecida, mas a demanda por recém-formados ou com senioridade Júnior é alta. Na Gateware, por exemplo, há muitas oportunidades para quem deseja crescer profissionalmente.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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