Taxa de vacância de condomínios logísticos continua em queda

Taxa de vacância de condomínios logísticos continua em queda
O mercado de condomínios logísticos de alto padrão no Brasil continua apresentando números positivos no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período no ano passado.

Os dados, medidos pela Colliers Internacional Brasil, mostram que taxa de vacância nos condomínios logísticos de alto padrão segue em queda. Se comparado com o primeiro trimestre de 2019, que fechou com um índice de 19%, a taxa de vacância caiu dois pontos percentuais no primeiro trimestre de 2020, ficando em 17%. 
 

Taxa por Estado

 
Nove estados apresentam taxa de vacância igual ou abaixo de 10%. São eles: Goiás, Pará (os dois com 0%), Santa Catarina (2%), Bahia (3%), Ceará e Paraná (ambos com 7%), Minas Gerais (9%), Distrito Federal e Pernambuco (10%). “A queda na taxa de vacância é resultado de movimentações pré-Covid-19. No primeiro trimestre deste ano, houve uma procura significativa por condomínios logísticos nos dois primeiros meses do ano, principalmente, pelas empresas de e-commerce, varejo e logística e transportes.
 
Ainda é cedo para avaliar os impactos da COVID-19, mas acreditamos que, a partir do segundo trimestre, os indicadores devem apresentar a dimensão dos efeitos causados pela pandemia no mercado”, esclarece Ricardo Betancourt, presidente da Colliers International Brasil.

O destaque na absorção bruta – quantidade de m² locados – fica para os estados de São Paulo (194 mil m²), Rio de Janeiro (51 mil m²) e Minas Gerais (33 mil m²). Já a absorção líquida – saldo da diferença entre as áreas locadas e áreas devolvidas – manteve-se estável em relação a 2019, registrando 220 mil m² no primeiro trimestre. Os estados com maiores absorções líquidas em janeiro, fevereiro e março de 2020 foram São Paulo com 116 mil m², Rio de Janeiro com 49 mil m², Paraná com 21 mil m²e Minas Gerais com 20 mil m².

Novo inventário

 
No primeiro trimestre de 2020, o inventário de condomínios logísticos no Brasil recebeu 249.193 m², isto representa um crescimento de mais de 70% no inventário entregue, se comparado ao mesmo período do ano anterior.
 
Os novos empreendimentos estão no Ceará (21mil m²), Paraná (25 mil m²) e em São Paulo (204 mil m²), também responsável por 53% do inventário locado de janeiro a março de 2020.

Preço médio

 
O preço médio manteve a tendência de estabilidade ficando em R﹩ 19/m² no primeiro trimestre de 2020. Os preços mais acessíveis estão no Ceará (R﹩ 15/m²), Sergipe (16/ m²) e Pernambuco e Paraíba (R﹩ 17/m²).
 
Já os valores mais altos nos três últimos meses foram encontrados na Bahia (R﹩ 30/m²), Distrito Federal (R﹩ 26/m²) e Santa Catarina (R﹩ 22/m²).

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 52 anos na área de jornalismo, sendo 50 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Há 25 anos é professora titular do curso de Jornalismo da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 19 anos de blog, mais de 50 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 21 prêmios, com destaque para Embrapa Floresta (Menção Honrosa em 2025); VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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