Escola do Mecânico doará 300 bolsas de estudo

Escola do Mecânico doará 300 bolsas de estudo

Inúmeras reportagens já mostraram: carros parados durante a quarentena podem apresentar problemas. E, depois desse período, as oficinas tenderão a ficar mais cheias – o que necessitará de mão de obra especializada. Na contramão, a crise brasileira infelizmente gerará o desemprego e mais pessoas precisarão de qualificação para conseguir as vagas que surgirão ou para empreender.

Unindo esses dois fatores, a Escola do Mecânico, que oferece ensino profissionalizante qualificado nas áreas de mecânica automotiva, de motocicleta e caminhões, criou um curso para homens e mulheres, de todas as idades, que desejam ingressar no ramo: é o Vivendo de Mecânica – Primeiro Módulo.

Serviços básicos

Com conteúdo 100% EAD, o Vivendo de Mecânica – Primeiro Módulo pode ser realizado onde o aluno estiver, bastando estar conectado à internet. Ele ensina dois serviços básicos: instalação de película automotiva (o famoso insulfilme para os vidros) e diagnóstico e reparo de falhas elétricas básicas, aquelas mais comuns.

“A ideia desse curso é fazer com que o novo profissional consiga rapidamente iniciar sua carreira na mecânica, gerando renda imediata. Ele (a) pode conseguir emprego ou ser freelancer, trabalhando em casa ou oferecendo seus serviços a terceiros”, comenta Sandra Nalli, fundadora da Escola do Mecânico.

Trabalhar de forma rápida

Ela conta que esse curso foi desenvolvido para ajudar quem precisa começar a trabalhar de uma forma rápida, em casa. Por isso mesmo, a rede Escola do Mecânico, que tem 30 escolas em São Paulo, Bahia, Pernambuco, Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, doará 300 bolsas de estudo, 100% EAD, a alunos que não tiverem condições de arcar com o valor do curso Vivendo de Mecânica – Primeiro Módulo.

“Foi a forma que encontramos de continuar no propósito que sempre tivemos, que é gerar emprego e renda aos nossos alunos”, enfatiza.

Como funcionarão as doações

Qualquer pessoa maior de 16 anos pode se candidatar a uma bolsa, acessando o link https://materiais.escoladomecanico.com.br/movendovidas. Os candidatos contarão suas histórias, que passarão por um comitê interno da Escola do Mecânico e serão avaliadas pelo critério de necessidade. “A ideia é eleger pessoas que não possam pagar pelo curso presencial, que realmente precisem da bolsa e queiram estudar. E é contando suas histórias que elas concorrerão às bolsas”, informa Sandra.

Os candidatos à bolsa serão avaliados pela direção da Escola do Mecânico a partir de um questionário, que será respondido no ato da inscrição. Serão escolhidos os alunos que desejam a qualificação, mas que não conseguem pagar por ela neste momento. A Escola do Mecânico não levará em conta indicações de alunos ou funcionários e nem privilegiará pessoas por quaisquer outros critérios. “Manteremos as doações até quando houver bolsas disponíveis. Como o curso é EAD, podem participar pessoas de todo o Brasil”, diz Sandra Nalli.

São 300 bolsas de estudo garantidas, para pessoas de todo o Brasil. Além delas, a cada nova matrícula pagante realizada em curso presencial ou semipresencial em uma das 38 Escola do Mecânico gerará outra bolsa, no Vivendo de Mecânica, EAD.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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